sexta-feira, abril 27, 2007

e aí gentileza agiliza um búrgui manda sua mãe prepará com estilo lembra daquele ano ela mandava ver nos dog foda aquele molho espertinho gilbertinho montou negócio na rua vendendo dog na bike leva maleta condimentos refrescos gilbertinho ranga todo dog de Charqueada.
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Como precisava dum tênis novo (minha avó chamava carinhosamente de "conguinha" o meu calçado) não hesitei e levei aquele par jogado na calçada de bitucas de Gudan, o que não esperava era colérica reação da ocupante da calçada ao lado, tentando crochê. "EI!!" - "Senhora?" "Senhora não, esse tênis é meu". Estava alto. Taquei um fofoda-se, dei fuga, pinote, ela veio atrás , levitava, acionei prontamente meu estilingue novo de ovo, omelete na sombrancelha da sexagenária, o marido inválido fumava dois filtro - desperto exalo saquê alternativo mais feijão amanhecido.
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segunda-feira, abril 23, 2007




Informaram-me que foi localizado bigato no prato ou na marmita do restaurante Zé Pelin. "Uma tragédia", estas as palavras do proprietário quando supostamente intimado pela consumidora ultrajada. Consta, eu verifiquei, sim, o dono do estabelecimento tem pêlos brancos em abundância nas mãos. Sabe aquele nêgo brega, espelho ausente, camisa com pêlos enroladinhos saltando pra fora, que usa uns anéis dourados "cheguei" que enrubesceriam Wando e não seriam utilizados pelo Raul Gil mesmo depois de um porre federal de Paisano, Pitú e groselha? Lá no Zé Pelin não sei ao certo se rola um salitre no rango, mas você come pra caralho (é serv serv e pode repetir adoidado, o ingresso é único: acho que menos de 10 reais o prato) num rolê custo malefício massa até, o foda é que depois você fica lesadão, se estica no colchão no chão do quarto, tinge a porcelana copiosamente e a barriga apresenta posteriormente o famigerado quadro - já vazia e atrás de alguma porcaria. Lá pelas tantas a moral é que a comida do Zé Pelin é aceitável, mas tem o espírito de alguém que acha que o auge da Simone e do Chitãozinho e Xororó atinge ainda os intempestivos dias de hoje.


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quarta-feira, abril 18, 2007

náufraga no irrisório, atropelada em obviedades , a mesma risada falsa.
esperam a morte masturbando essa porra?
de um lado burguesóides analfabetos extra-robustos gabando-se cegos de suas viagens panacas ao exterior, almas anãs, recicladores de idéias gentilmente embaladas em sacos de lixo.
no outro corner desse ringue óbvio do marasmo jaz o fanatismo infantil de alegres covardes, que adoram poder dar pelos outros merdas, brincar de vidinha aos outros fantoches arrumados, vestidos da célebre e inextinguível apatia que cansa o céu, caga vencida sobre amargurada terra.
não quero maniqueísmo, nem outros exemplos de como caminhar virtuoso, apenas admito larica vadia nessa corrente de sangue demente, com vontade de mais uma caixa, mais caixas, mais outras, mares estupendos de vício, mais caixas, meu bolso febril espera na vertigem dos dias o próximo corredor de fumaça, meu torpor ancorado vistosamente, passionalmente convicto na gandaia eterna da cachaça, amém.
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segunda-feira, abril 16, 2007

A preguiça serve-se de Absinto, o balcão está contaminado por um líquido preto, que torna-se musgo caso você escorra a mão sobre ele. A trilha da noite é um conglomerado de notas falsas, que buscam sexo e respiram saudade. A preguiça serve-se de Absinto, o balcão some e a garrafa confunde-se com a curva da preguiça. Sete e dez, vinte minutos para o início da obrigatoriedade do trabalho surdo sem carteira assinada.


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Segue disputa, partida desprovida de iluminação na quadra, mas os jogadores facilmente enxergam a bola. Os refletores foram fazer uma boquinha enquanto Tony Eleven fuzila o adversário. De compleição frágil, Arturino Riga coleciona derrotas em profusão nos seus sete anos de tênis.

O primeiro set durou minutos obtusos, teve bolas com efeito aids, derrapadas de rodoviária, saques de hérnias mal curadas. Tony Eleven movimentara-se como astuta gazela lépida procurando churros, todo bóin bóin saltitante, manipulava a raquete cromada no escuro e enxerga pra caralho, como o show do meio dia.

Batidas da bola no segundo set fazem a vida esquecer mudanças de timbre na academia. Arturino Riga tem cliente para atender, sua toalha marrom descansa caprichosa no centro da quadra inexistente. Tony finaliza suas ações, o cântico do rim de Arturino Riga finda-se, a renda do evento é destinada especialmente aos deformados do Haiti, seguidores de Paulo Coelho e froditinhas do mês de agosto.

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Encontrado pela polícia o meliante responsável por considerável extorsão de dinheiro público. Segundo o assessor de imprensa do meliante, Kaligo Júnior, o marginal comandava operação de lavagem de dinheiro e extorsão de capital público com uma prostituta gringa queimada que supervisionava rota de vírus no mais afamado hotel do município além de manipular esquema de jogo do bicho nas proximidades. Com o acusado foram apreendidas três trouchinhas de produto desconhecido, meio lápis, uma bagana apresentável mais dois miolos.

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Preconceito, líderes de imprensa, ortografia e estranhos prazeres foram convocados para um pulo no lago da prefeitura. Moradores retiraram agora a matéria fecal que reproduzia-se ao sol do laguinho, para que a reunião seja limpa e transparente.

O Preconceito jura que o encontro trará novas perspectivas para os majoritários do governo local e desde já salienta a negativa de qualquer pergunta referente ao caso extraconjugal com o Nacionalismo (fato já publicado aqui no Diário do Gozo). A ortografia e o puxado dialeto provinciano estão de caso e tudo indica que o ensaio fotográfico marcado com a secretaria de Turismo já deve afivelar as malas e partir para Miami. Líderes de imprensa estão consultando esposas e amantes, subornando maçons para prática do coito de meia idade a noite inteira com os estranhos prazeres.

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terça-feira, abril 10, 2007

Hoje tem linguiça no país caolho



A piscina alimentava pequenos rios de sangue, sangue gordo,sorridente, beijando a canela magricela, a rapariga banhada em transe. O líquido contaminado alcançou a glândula mamária canhota, quando ela procurou encontrar o resto do terno despedaçado. Helena ficava uma belezinha no terninho, uma mistura de riscas de giz com um tom sóbrio de Marte. A piscina esfriou de modo assombroso, o nariz da infeliz estatelou-se na borda, a borda suculenta, ainda disponível um trio de Derbys naquele maço contaminado.


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Defecara com certo estardalhaço, o recinto sentiu imediatamente o golpe. Funcionários que adentravam ao local tragavam a fragância a contra gosto. Deleite apenas para Celsinho Lemos, que, entre um click ou outro, continuava a manipular seus afazeres - depois do acidente degustava carne de quarta idealizando cupim.


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Fez o cu de Inácio por bobagem, hepatite. Ainda naquele sábado calvo expiraria sudorento pelo sofá, gorgonzola e pão francês no solado Le Cheval.


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O telefone, seboso. Três dias longe do amigo chuveiro, e o cotonete ali. Ali, utilizava mono, de modo mono, cotonete!Três magros dias longe do amigo chuveiro, esperma sobre esperma grudado no creme da pele, o cabelo da genitália atoleimado. O efeito da medicação findou-se, o que gozou, gozou.


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Miami, seis prazeres já desnudados. Texas, hambúrgueres fritos com a garçonete selvagem, tatuagem da Alanis. Rio Claro, caderno social, seis retardados alternando-se entre quantias de cédulas novas e amores homos em agências geniais de publicidade.


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Churrasco, fuminho crasse, Jurandir exibe novo penteado. Ondulado o telhado do camarada agora. A negada APROVA e, entre um apupo e outro, decide fazer uso da motoserra. O corpo do sujeito é deformado, na porta do céu o cãozinho Messias faz "tchu tchu".


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Morra, o sorvete que dispara o coração e levanta pro saco o cardíaco.


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A calma do presbítero, evidente. Toca pro lateral descer em velocidade, o canudo é certeiro. O bebê nasce com idade mental bastante avançada, ainda que deficiente, meio eunuco. Prazer, Hiro Alejandro Matsushita.


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terça-feira, abril 03, 2007

Historietas do


Aceita monitor da Philips em troca de alguma coisa? Qualquer artefato. Aceita? Entornei sexteto das cervas em clima nórdico e a cocker cega esbarrou nos cascos. Aceita o monitor ou não caralho? No seu aniversár a vaquinha pra quinze de talco, procedência garantida. Teve, teve alguma que ficou extremamente prejudicada em função da sífilis, não é pra menos, ontem escreveram a página cem. A cocker esbarrou cega, três cascos. Cura a ressaca fácil, pelo abraço parente do Valium; alcatra, cebola, Original, Cerpa, João Antônio, Ornette Coleman. Um homem casado perpetrando pela curva do céu.

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O piano extraiu toda a essência daquele mundo jpg. Lá menor basta. Porque uma pessoa solteira, deformada, não arranca esperma de alguém dito como sadio? Ou seria sábio?

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Você acha escrita robô, lapela impessoal uma bosta? Quando o sujeito pisa em falso nas linhas, não arregaça manga do peito cabeludo, atira por atirar, com pressão de estalo, salão bocó, o final é só o começo errado?

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Outro dia esqueceram de dar um toque na semântica que panaca ainda circula.

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Todo percussionista é feliz. Entenda do jeito mais fácil.

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Em época de eleição buceta vai de comício. Todas as primeiras damas são putas.

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Bangalô Silver, 365. Pálpebras ensandecidas, foco 360º : roxo e preto, fresca ainda, notas dispersas pelo quarto acasalam naturais, sem pesar, o subconsciente e o piso executam melodia primária, o comprexo do simples, do mestre de obras arguto do passamento trágico, amou amou e amou o bombril na CCE de imagem esticada e lamberia eunuco os incontidos dúbios seios de Anastácia Jorge.

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69 usuários e mais um download brasileiro.

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O caboclo adentra ao pronto socorro da roça, reclama das frieiras. Ducha Lorenzetti bem reguladinha. "Frieiras, não me deixam roncar com a satisfação de um jovem". Fecha a porta o doutor Eurico. "Você está dispensado". Estica a língua no estacionamento, morte súbita, notável como o combate a dengue.

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Amy Klink e Pelé se merecem.


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ROCK NA ROÇA

O que me empolga numa cidade ananias são as pessoas. A trutagem é o céu da roça, que resiste ao peso dos dias. Caminhar, caminhar n...