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Mostrando postagens de Abril, 2007
e aí gentileza agiliza um búrgui manda sua mãe prepará com estilo lembra daquele ano ela mandava ver nos dog foda aquele molho espertinho gilbertinho montou negócio na rua vendendo dog nabike leva maleta condimentos refrescos gilbertinho ranga todo dog de Charqueada. *** Como precisava dum tênis novo (minha avó chamava carinhosamente de "conguinha" o meu calçado) não hesitei e levei aquele par jogado na calçada de bitucas de Gudan, o que não esperava era colérica reação da ocupante da calçada ao lado, tentando crochê. "EI!!" - "Senhora?" "Senhora não, esse tênis é meu". Estava alto. Taquei um fofoda-se, dei fuga, pinote, ela veio atrás , levitava, acionei prontamente meu estilingue novo de ovo, omelete na sombrancelha da sexagenária, o marido inválido fumava dois filtro - desperto exalo saquê alternativo mais feijão amanhecido. ***
Informaram-me que foi localizado bigato no prato ou na marmita do restaurante Zé Pelin. "Uma tragédia", estas as palavras do proprietário quando supostamente intimado pela consumidora ultrajada. Consta, eu verifiquei, sim, o dono do estabelecimento tem pêlos brancos em abundância nas mãos. Sabe aquele nêgo brega, espelho ausente, camisa com pêlos enroladinhos saltando pra fora, que usa uns anéis dourados "cheguei" que enrubesceriam Wando e não seriam utilizados pelo Raul Gil mesmo depois de um porre federal de Paisano, Pitú e groselha? Lá no Zé Pelin não sei ao certo se rola um salitre no rango, mas você come pra caralho (é serv serv e pode repetir adoidado, o ingresso é único: acho que menos de 10 reais o prato) num rolê custo malefício massa até, o foda é que depois você fica lesadão, se estica no colchão no chão do quarto, tinge a porcelana copiosamente e a barriga apresenta posteriormente o famigerado quadro - já vazia e atrás de alguma porcaria. Lá pelas tanta…
náufraga no irrisório, atropelada em obviedades , a mesma risada falsa. esperam a morte masturbando essa porra? de um lado burguesóides analfabetos extra-robustos gabando-se cegos de suas viagens panacas ao exterior, almas anãs, recicladores de idéias gentilmente embaladas em sacos de lixo. no outro corner desse ringue óbvio do marasmo jaz o fanatismo infantil de alegres covardes, que adoram poder dar pelos outros merdas, brincar de vidinha aos outros fantoches arrumados, vestidos da célebre e inextinguível apatia que cansa o céu, caga vencida sobre amargurada terra. não quero maniqueísmo, nem outros exemplos de como caminhar virtuoso, apenas admito larica vadia nessa corrente de sangue demente, com vontade de mais uma caixa, mais caixas, mais outras, mares estupendos de vício, mais caixas, meu bolso febril espera na vertigem dos dias o próximo corredor de fumaça, meu torpor ancorado vistosamente, passionalmente convicto na gandaia eterna da cachaça, amém. ***
A preguiça serve-se de Absinto, o balcão está contaminado por um líquido preto, que torna-se musgo caso você escorra a mão sobre ele. A trilha da noite é um conglomerado de notas falsas, que buscam sexo e respiram saudade. A preguiça serve-se de Absinto, o balcão some e a garrafa confunde-se com a curva da preguiça. Sete e dez, vinte minutos para o início da obrigatoriedade do trabalho surdo sem carteira assinada.
***Segue disputa, partida desprovida de iluminação na quadra, mas os jogadores facilmente enxergam a bola. Os refletores foram fazer uma boquinha enquanto Tony Eleven fuzila o adversário. De compleição frágil, Arturino Riga coleciona derrotas em profusão nos seus sete anos de tênis. O primeiro set durou minutos obtusos, teve bolas com efeito aids, derrapadas de rodoviária, saques de hérnias mal curadas. Tony Eleven movimentara-se como astuta gazela lépida procurando churros, todo bóin bóin saltitante, manipulava a raquete cromada no escuro e enxerga pra caralho, como o show d…

Hoje tem linguiça no país caolho

A piscina alimentava pequenos rios de sangue, sangue gordo,sorridente, beijando a canela magricela, a rapariga banhada em transe. O líquido contaminado alcançou a glândula mamária canhota, quando ela procurou encontrar o resto do terno despedaçado. Helena ficava uma belezinha no terninho, uma mistura de riscas de giz com um tom sóbrio de Marte. A piscina esfriou de modo assombroso, o nariz da infeliz estatelou-se na borda, a borda suculenta, ainda disponível um trio de Derbys naquele maço contaminado.

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Defecara com certo estardalhaço, o recinto sentiu imediatamente o golpe. Funcionários que adentravam ao local tragavam a fragância a contra gosto. Deleite apenas para Celsinho Lemos, que, entre um click ou outro, continuava a manipular seus afazeres - depois do acidente degustava carne de quarta idealizando cupim.

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Fez o cu de Inácio por bobagem, hepatite. Ainda naquele sábado calvo expiraria sudorento pelo sofá, gorgonzola e pão francês no solado Le Cheval.

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O telefone, seboso. Três…

Historietas do

Aceita monitor da Philips em troca de alguma coisa? Qualquer artefato. Aceita? Entornei sexteto das cervas em clima nórdico e a cocker cega esbarrou nos cascos. Aceita o monitor ou não caralho? No seu aniversár a vaquinha pra quinze de talco, procedência garantida. Teve, teve alguma que ficou extremamente prejudicada em função da sífilis, não é pra menos, ontem escreveram a página cem. A cocker esbarrou cega, três cascos. Cura a ressaca fácil, pelo abraço parente do Valium; alcatra, cebola, Original, Cerpa, João Antônio, Ornette Coleman. Um homem casado perpetrando pela curva do céu.
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O piano extraiu toda a essência daquele mundo jpg. Lá menor basta. Porque uma pessoa solteira, deformada, não arranca esperma de alguém dito como sadio? Ou seria sábio?***Você acha escrita robô, lapela impessoal uma bosta? Quando o sujeito pisa em falso nas linhas, não arregaça manga do peito cabeludo, atira por atirar, com pressão de estalo, salão bocó, o final é só o começo errado? ***Outro dia esquec…