terça-feira, julho 31, 2007

EU FICO PUTO COM ESSA MERDA QUE NÃO ME DEIXA PARAR DE GARGALHAR

Jessé em 2007 utilizava o orkut como palanque para fintar sua timidez. A rede de relacionamentos lhe era viável em madrugadas borradas de tédio - ferramenta propícia para ocultar sua falta de culhão em manejar situações aparentemente simples. A arte de mandar recadinhos. Pensava 876 vezes antes de digitar um período concreto para nostalgiar seu glorioso passado. Escondia-se. Entre ambiguidades redigidas a serem interpretadas por terceiros (as pessoas que liam suas letrinhas, no caso)no melhor estilo "mamãe com açucar", reluzia sua covardia e predileção especial pelo fracasso com as mulheres. Terminou loser em ré maior.


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E o pai de família Geraldo Zómi caiu duro no churrasco. Engoliu todo distraído um vigoroso pedaço de alcatra, de berma jeans. Engasgamento abraça o fim, carVÃO na chácra dos médico sério.



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O barraco comeu soltou na sala com cheirinho de linguiça toscana. Norberto assumiu pra Pepsi que pratica sodomia com o novo travesseiro.

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Obrigado por sua participação

sábado, julho 28, 2007




fast fuck

no

planeta maionese











À título de esquecimento

Desperto, e logo dou aquela conferida no bolso. Cadê a carteira? Merda. Brainstorms sucedem-se em ritmo dodecafônico, corre-corre de favela carioca com bafo bad trip. Fona pro Acácio:

- Ce é otário Zé Carlos, primeiro a merda do celular, agora a carteira...

- ...

Acácio desliga. Puto bagarai, procuro o buteco da esquina, disposto a afogar de vez meu lado preocupado e humano.

Nove da noite. Dez e noventa da noite. Foda-se a carteira e o pinão nervoso e servido de pedra que ela guardava, primeiro preciso armar a falácia dionisíaca de hoje. Cevada trincando é benção.

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JONAS, JONAS, JONAS

Encachaçava a vonts. Derrubava metrópoles de copos sujos, com a eficácia dum nobel em customizada baixeza scum. Nem a bufunfa da herança, nem o peito cabeludo de Márcia.Paciência


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Época conveniente aquela



Na quinta série todo mundo atolava a mão no bundão gostoso da Valéria. Escolinha de freiras, anos 90, ela com a sua ardente saia azul anil, mais que pronta pro abate. No dia do meu aniversário botei o mãozão faminto naquele rabão, enquanto me encaminhava para cair fora daquela escolinha imbecil. Saída de aula, a torcida com grito de gol na garganta - só deu uma calcinha amarela apadrinhando a vista da negada. Ela me alcançou, deu uns tapas, estojadas, e ficou nisso.

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BOLICHE

O pão de forma Bonifácio, o pneu Douglas, a geladeira Fátima, o freezer Tony e a banqueta Anchieta. O pé de alface Horácio e Clarabela, a figueira de ouro. A gelatina Delícia, o horóscopo Magro e o peido Flato Richards seguem a bordo. A nuvem Carlos, o passageiro Egberto, a mamadeira Lúcifer e o corrimão Pedro. A delegacia Oséas, o prefeito Lucas e a faxineira Odete. O emprego está aberto, o corporativismo chama-se Osvaldo. Boliche.


sexta-feira, julho 27, 2007

E hoje a manhã apareceu fumando Belmont, de sorriso-paletó cinza, quase acanhado. Aproveitei e tomei meio remédio pra cabeça, agora rola um delirium tremens júnior, o teclado parece gelatina. Gelatina com osso de matusquela.



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Nestor, o cãozinho esteta. Um cocker predestinado, au-au valente que sem constrangimento senta-se à mesa, começa a discursar sobre os poetas picolés. Capricha na ênfase toda vez que a prosa resvala em pano de prato. A qualquer momento ele pode cismar e fazer um novo motivo.
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Héctor chega embriagado, discute veementemente com a mamãe. A sala assiste tudo de modo leviano. Nove da noite, a mamãe manda ele não encher os pá co vá. Ele não pára, está de pipi ereto. A mamãe começa a ficar injuriada, começa a jogar Enduro no Philco Hitachi e dá de ombros. Héctor, a fera, se aborrece. Com orgulho espanca a mamãe. Héctor, 27 anos, pedreiro noveleiro. Héctor. Gostão de Vila Velha do Carvalho na boca mole. Espancou a mamãe. O irmão mais novo está sob custódia agora, baleou o mano. Errou a fórmula de Bhaskara, o disparo não.
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terça-feira, julho 24, 2007

Noite do Sexo no país da punheta

Pernas roliças, uma bunda branca caída cheia de celulite, estrias, death metal pra ninguém botar defeito . Culotes mil naquele morfético amontoado de banhas, inclusive lembra bastante uma farta borracharia. Na hora de "fazer amor" o segredo é apagar a luz. Não tem caboclo sóbrio que aguente as toneladas daquela porpeta desastrosa. Rebeca vive seus 25 anos com gostinho de baranga sessentona na secura danada de pica peluda.
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Nova era do telemarketing em Guarulhos. Empresas "especializadas" começam a contratar aleijados e doutores em DIREITO. Admitiram ontem a songa monga da novela em troca de jam session anal with dildo papai smurf.

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Requeijão cremoso mixado no mundo perneta do atum paraguaio, batata frita crocante e pra sarar urina de siamês.

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Sol hendrixiano, eu boto minha bocarra naquela buceta gloriosa. Opa, Nelita é proprietária dum par de tetas formidável. E eu aprecio currar aquela vaca na casa do meu padrasto, enquanto escuto o Paranoid inteiro. Ela urra como uma Tina Turner embevecida pela cocaína ararense. Eta porra, bão pra cacete, mesmo.

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Bolinando Teresa no beliche. Ela se peida de tanto tesão. Eric chega, o maridão bombeiro. Eu peladão desço a porrada no fita, faço ele engolir três fitas K7. Tudo parece perdido para Eric quando enfim o efeito do viagra cessa e encaro uma jornada dionisíaca décimo andar afora.

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Enfia esse aeroporto no cu Márcio. Sua chapeira não morreu, seu hamster morreu, você morre mês que vem com esse furúnculo no reto.

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Acabou a groselha, derrubei tudo no tapete, pra desespero de Maria Jackson.

domingo, julho 22, 2007

Andam dizendo por aí que a mal comida da Márcia tá se engraçando com o Jesus. E o esquemão vem de longe. Lembro-me agora, neste ambiente de calmaria que é minha casa, de uma fita imbecil. Eu tinha acabado de tocar uma bronha no quintal, e, ao ouvir o indefectível barulho do portão da casa da Márcia, decidi seguir a piranha.

Márcia comprou na venda da esquina um saco de pão de forma. Ela rebolava gostoso e pitava com graça seu cigarrinho, toc toc toc, tamancão presença. Segui-a por sete quarteirões, até ela dar um miguézinho e entrar de fininho no barraco do Jesus. Ranquei do bolso uma paranguinha quase seca, bolei um fininho ali na rua mesmo, carquei na pracinha e fiquei fazendo umas palavras cruzadas mentais com halls preto na boca. Sem mais porra nenhuma pra inventar, decidi urubuzar a parada, quem sabe não rolava alguma movimentação em torno do barraco do Jesus. Na ponta dos pés, botei a orelha esquerda na janelinha - provavelmente ali ficava o quarto do figura. Ouvi uma cadela no cio se manifestando. O Jesus gritava “me bate! me bate! me chama de putinha caralho!”. Sucesso. Respirei aliviado, peguei o caminho da roça, apenas para me entregar aos prazeres da edição do meu novo vídeo de ginástica.

sexta-feira, julho 20, 2007

i don't care but...

Sabe aquele "amigo" vacilão? É, aquele marmanjo que não se garante e vive sua infância loser predileta beirando os trinta aninhos? Adora minimizar os "grandes feitos" de quem pode, usa rotineiramente seu pijama de preguiça mental, e na falta de argumentos e poderio reflexivo arguto decide "ser assim", libertando de vez seu lado menininha volúvel.



Um exemplo típico do comportamento do sujeito: ele combina um rolê firmeza, qualquer tipo de fita, como por exemplo roubar meias sete horas na casa da tia Lúcia ou tuchar uma bomba haxixada com napalm no quintal do Horto Frorestal. Então entra em ação o lado marmita obrigatório do sujeito. Fura, dá o cano, dá o migué risível, desbaratina propositadamente como que para se "valorizar", como se fosse realmente algum item importante por si só; decididamente o é, realmente.
Em sua mente ingênua estabelece uma relação primordial de dependência com o "camarada" que precisa apelar(ui) , afinal deve ser bonitinho chamar a atenção por omissão. Incoerência é uma coisa. Agir numa dissimulação cada vez mais covarde talvez seja seu papai gls, barrado no bailão.
No planeta maionese não existe essa porra de rivalidade-vaidade, não existe competição com pódio luminoso entre supostos "camaradas". Existe apenas o peso da brodagem-honestidade, arrotando sinceridade. Nas palavras de Blake, "Opposition is true Friendship".
ABRANDAR NERVOS É REFEIÇÃO DA GERAÇÃO DANONINHO.

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quarta-feira, julho 18, 2007

VIVENDO COM A BARRIGA CAGANDO

Com que frequência você digita sua senha errada?
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Uma sociedade de peixes, realmente engenhosa. O presidente do aquário, Self Mendeiros,o peixe que é um sarro, se estiver preparado engole todos, não importa se o time dele venceu por mais de três gols de diferença no final de semana.
O povo que sassarica pelas redondezas onde o aquário mora adora uma boquinha, optando inevitavelmente pelo "peixe presente". Atenção: o animalzinho aquático tem corpo de presente, é um pequeno pacote produzido com fitinhas vermelhas adornado com cheirinho de maça. Enquanto isso não acontece nada no aquário.
Ainda não falei da doença do Peixe Calabresa. Peixe Calabresa que, pra quem ainda não se ligou, é o único peixe do mundo que além de ser destaque na sua terapia de grupo, é o saudosista da galera. E um reclamão da porra. Fica no revival eterno dos idos de 1987, 1988, quando trazia a tiracolo seu poodle, que está dodói hoje, na verdade inválido. Eles viviam como recheio de sanduíche de ternura dentro do modesto aquário.

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A buceta dela tinha um botãozinho esquisito. Pi Pi Pi, só dava sinal de ocupado. Borges foi o primeiro. Em vão. Disposto a ser um vencedor, Osvaldo foi o segundo. Nada feito. Manopla arriscou-se também. A buceta não mudava uma vírgula e acabou elegendo-se secretária em concurso público.
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segunda-feira, julho 16, 2007

leitura adocicada de Mara x versos com calabresa de Lair Lee


E quem está fazendo aninhos hoje é o Maurício, a ferinha completa 37 velinhas com leveza. Em confidência exclusiva ao seu pool de amiguinhos, no posto de gasolina Xande, Maurício diz que ganhará do seu motorista leproso um jeans apertado mais uma camisinha supertransada . De cara já levou também dois selinhos do papai Lúcio Luiz.


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Flávia fez FOM. Puta peido quentinho hein Frávia? Porra, naquela terça nossos focinhos foram alvo de gorgonzola, provolone, Góes, bolinho, manteigão, limão, macarrão, groselha e feijão. Limpadora de chaminé, Frávia coleciona livrinhos de Pense Bem e capas de Superinteressante.

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Blogueiro gaúcho desfila de camisa aberta, portando pêlos flinstones mais bregazord correntinha de ouro no pescoço. Tá na cara que ia ser assassinado pelo Milico, três anos mais jovem e dono de providencial pé de cabra cheirando borracharia.

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Torra, meu vizinho japonês que anteviu a febre dos games.

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Laurinha contém litros de timidez, ainda que seis doses de cachaça a tenham feito dar a bunda com maionese a Dinélson. Os cabelos de Laurinha recebem trocados do céu. Os olhos de Laurinha como duas bananas sorriem, são amarelados, levemente trufados, encrispam-se quando ela percebe que pegou vírus. E o computador não é nem dela, é do ex-namorado Enxofre, que bateu na atual partner, Jussara, que desfila por aí de Caravan, mascando Clorets e citando toda atrapalhada Fitzgerald por sobre o peito magistral da praça Cassambinha.

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sexta-feira, julho 13, 2007

ALGUÉM ANOTOU O CELULAR DA VOVÓ DE MEIA?

ISssaê, o Fágner me confidenciou só ontem essa informação. Brahma rolando fácil no quintal do Naldinho, ele descalço, pensativo, quase cabisbaixo, o queixo tenso pendendo para as formigas que dançavam lambada no cimento. Reiterou que enrolava mesmo no serviço - bom seria mesmo se fosse fumo- e que comeu na salinha quente a filha mais nova do patrão. Trabalhar em casa de lustres é esse esquemão mesmo.

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Quando Denis ri você visualiza aquela velha monga, cabeleira de veludo, setenta e oito anos. e três empadas. Uma velha com cara de biscatona enrustida, nariz de linguiça esganiçada e anêmica; dessas velhotas sem graça, espalhafatosa como uma pulga ginasta irrompendo em folia no Clube da Lady.

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Afetada, mas sincera. A ouvinte Mércia compra dvd's musicais para aperfeiçoar o seu francês de araque. Adora subir a mãozinha na perna peluda do Jacinto. E eles fodem com pelúcia.No maior alto astral. O elefantinho Tony vira e mexe tá lá no cuzinho do Jackson pra mór di o cabra gozaR alegre no beliche.

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Jogou um pedaço de bife na costeleta. Apoiou por alguns instantes a peça, com munhequeira dos Hornets. Torcedor do Guarani, sem passagem pela polícia. Pintou o quarto todo de omelete e até hoje nostálgico serve-se de Mummies, relembrando a cocada boa lá de Matão. Geraldinho, será que você foi embora pro xilindró invisível do cosmo zero ou caiu do coração, arrebentado no meio da célebre correnteza da madruga "tetuda" de Campinas?

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Até o que disseram a Perla não sabe se o rebento é do Prometeu, Cecílio ou Nestor! De quem é o seu filhote, musa da lanchonete? Quem vai pagar a conta? E o au au, e o cãozinho? É Tirolês sua graça? Encaixa um pedal fuzz nervoso na boca e guente edições atrasadas na Rodo Banca. Pirulito Nevermore.

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E hoje bora cair na caminhada suicida, prato de vinho aos caminhões, sorriso batendo bafo com a tranquilidade e também coquetel tropeçante de chapação canhota. Aopa.

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quarta-feira, julho 11, 2007

confira agora as partidas e idas do planeta maionese

Marquinhos, perobinha. Marquinhos, vendendo medo de elevador. Marquinhos checando uma construção. Marquinhos chapando de calça de brim. Marquinhos eleito o representante de classe, ótimo para quinta B.

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A proibição era difícil para Roninho. Ficar sem aquele programa legal na tela era demais. O que ele poderia fazer então? Brincar de LEGO nem pensar. Pisar no panetone impossível. Decidiu movimentar os tópicos numa comunidade do orkut. Consagrou-se de imediato; ergueu sólidas amizades, frequentemente seus contatos de msn chamavam-lhe a atenção, queriam a todo custo arrancar umas palavrinhas ou gifs animados da fera. A proibição encerrou-se como suplente em modesto clube que gentilmente cedeu alguns atletas ao Bangu.

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Lenicinha jogava sua peteca no bairro quando dois indíviduos encapuzados tomaram-lhe o brinquedo. A garotinha mal teve tempo de esboçar uma tentativa de pranto; um dos meliantes sacou um fuzil e disparou. O pai da vítima sentiu no seu íntimo espiritualista o alvoroço enquanto palitava os caninos. Ao invés de ficar no aguardo, abriu a portilha e saiu com espingarda na mão. Pobrema no galinheiro: fugiram Berenice Silva e Epifânia, em busca de um diploma de Direito na Unimep.

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Otário Cássio tocava teclado, esbanjava talento ritmado. Casou-se com Virgulino, cover de Raul Gil, Brizola e Pitinine. A vantagem é que ele tinha o título, a honraria de maestro aposentado.

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Na rua Jacutinga todo paspalho passa uma pedrinha. Mas na prosperidade mesmo só restou o Bródinho - tá vendendo rocha cristal adoidado e tem a manha de não ser azucrinado por nenhuma putinha, senhor Félix.

Obrigado meu irmão

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Na Polo Sul você confere as melhores chantagens. É discutível. Apresentei meu talão de cheque vencido e o pessoal chiou. A Vanda não é meio confiável. Eu tô enrolado, só sexta agora pra transmitir meu chamado em verso manco na Igrejinha do Mal.

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Salada de churros no dia do consórcio da bila. Empreendimentos em site litúrgico terminam com a convicção que hoje Argentina e México realizam partidão old school, raça pra pinguço maroto nenhuma botar defeito, nénão?

segunda-feira, julho 09, 2007

Joaquim Golias diz expansivo: "Oi pessoal!"


Escapuliu a peruca do Carlinhos. Sábado de sexo seguro e o gatuno deixou o teto ceder. Felizmente Gérson continuou a esfregar seus bagos musicais em sua rosada face.

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Funcionário gótico frequentava peleja do Rio Craro Futébor Crube, na geralzona, quando foi supreendido negociando bright ao lado de robusto jovem, atualmente desempregado. O policial César Maria nunca leu nada de literatura africana.

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Poluição . Inconveniência do inexplicável aumento de mamas nos homens. Chateado, distribui com peitinho dúzidas de Axe com purpurina nas academias municipais. Não é mais novidade pra ninguém também o segredo do goleiro Vágner e seu controle remoto.

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Inserido uma vez aquele dedinho gordo na buça e tudo tornou-se salutar, bem ao gostoda capivara. Hmm Hmm Hmm. (risos) Que saudade ela tem dos compromissos arrumados nas noites do bar do Geniva! Nos fundos do estabelecimento, num quartinho mofado que o Geniva agilizou, ela prestava seus serviços terrestres de qualidade razoável ou inferior. Muito sigilosa, especialmente para clientes que exigiam completa discrição e recato, se amarrava em Marba tunada com salaminho depois do coito. De todo modo, o Lemão é que sempre desfrutava. Quase sempre na área, solícito, tagarela e com bafo de Opala, o mesmo fajutão faroleiro fazia questão; enrolava um pouco para a manjada abordagem e depois não tinha jeito. O caboclo chamava com assobio a dengosa pro mocó e em slow socava o dedinho de catupiry naquela buça grisalha, o aguado delirava. Saliva dançava copiosamente no recinto, baldes de baba velha, com patê de ejaculação e a velha bota Quebec suspensa no ar. Asfixiado na ducha ontem, Lemão deixa o pequeno Nélson como herdeiro.

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E Carolina mostra o seio, toda assanhada, que ensopadiña. Oséas, mulatão safadão,prepara-se para rangar a ninfa no colchonete, ao som esbelto de Alceu Valença. Come afoito uma romã, enquanto ela simula certa inibição. Ele roça o instrumento delgado no grelinho, ela ri toda dengosinha, suave como gudãozinhu doce. "Ai Ai Ai", ela curte pacas o esfreguete. Ela e a fera, ela com seu corpo de travesti, administrando com certa elegância mais um belo boquete em seu currículo desajeitado.

Agora é a hora quente. Instante urgente para rebobinar "Em algum lugar do passado". Mamãe provavelmente voltará feliz depois da terceira aula de bordado celta, mais uma atividade oferecida pelo timaço do Sesi.

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quinta-feira, julho 05, 2007

eU ESTou aqui em São Carlos, feliz. Estou bebendo fumando lendo amando todos os dias. Novos canis estão dizendo filhas da putice perfeitas. Amo minha preta.

segunda-feira, julho 02, 2007

Cidade de bosta


São oito quilômetros de seios mortos tagarelas
que percorrem mansos o umbigo do vento

São sete ex-craques dos gramados
que hoje vivem de trocados,

São amigos lazarentos
alagados em seu insistente complexo de inferioridade,
sofistas convictos lutando para que o tédio não leve suas indecisas
namoradas

São copos sujos com bitucas invisíveis
guardando
veneno barato
sedando mentes acomodadas

Numa vila de bigode acanhado
cada vez mais presa na fila, de alma perplexa,
fã dessa lentidão junkie

Enquanto cachimbos panos provincianos e churrascarias tristes
desfilam
São quinze pras oito nas risadas do dormitório

Enquanto escapismos imbecis cópias e quinquilharias
predominam


Dorme de perna aberta ali no galinheiro
o céu azur do deputado coitado
Só esperando água de moléstia,
respirando mais cansaço

São dez e onze ontem
Você acelera atrasada,

cidade de bosta.




OUVINDO HARDCORE E LENDO ESCRITORES BRASILEIROS E DO TIO SAM

As pessoas estão sem coragem.  As pessoas brincam verbalmente nas redes sociais perpetuando o lado cômodo da vida.  Já é uma bela bos...