terça-feira, setembro 30, 2008


Odeio o tipo de pessoa que, além de tagarelar sem fim, pontua todo final de frase com um "ENTENDEU?". Não, quem não entende é você, fera. Quem impõe o ritmo da prosa nunca será você - e estou sendo generoso ao nomear de "prosa" essa tua falação imbecil.

segunda-feira, setembro 29, 2008

'SSEGADO !?



Tenho ficado bem esses últimos dias. O fumo me dá uma apaziguada na moringa. Sinto-me anestesiado na medida certa. Acho que daí pra serenidade, é um passo. Pode ser, só que preciso de níquel pra viver assim. Também preciso de revolta, confusão na beira do rio - senão não é briga, é fotossíntese.


domingo, setembro 28, 2008

AZEDOU

Não volto mais pro Havaí. O Havaí não é mais o que era antes. Sabe por que? Virou restaurante.

quinta-feira, setembro 25, 2008

quarta-feira, setembro 24, 2008

NICK NOUCAS



Cá com meus botões, paro com a seguinte indagação: a Pablita não é a cara da Anais Nin? Tudo bem, numa versão mais simplista. Diria até que (esta comparação restringe-se ao plano físico, é óbvio) mais bolachuda e pirralha. Vai ver são os olhos, que levemente trazem essa impressão de diálogo com a Anais. Bom, não estou interessado em pessoas que se pareçam com as outras.

Estou interessado é em literatura porrada.

Dito isto, lembro-me do meu amigo Nick Noucas. Pra quem não o conhece, gostaria de apresentá-lo.

Sete anos atrás, frequentávamos os mesmos bares. Ambos éramos vagabundos e tanto imbecis, como agora, mas Nick Noucas mostrava-se empenhado em redigir seus livros com afinco. Dizia-me que passava a madrugada absorto em pensamentos e sentimentos que o afligiam e o faziam sangrar de raiva. Munido de café e esperança, escreveu um livro de contos, que até hoje não foi publicado. Nele podemos encontrar narrativas pontuadas por uma escrita automática urgente, esquizóide. Eu gosto muito do punch do figura.

Nick Noucas sumiu em 2005, deixando-me uma versão em .doc do texto.


Por que digo isso? Porque gosto do jeito que ele escreve. Traz umas reminiscências de Fante aqui, Lennon ali; enfim, escreve muito. Deixo aqui um texto dele, vejam só o naipe da fera.


Era assombroso, inacreditável. Em questão de segundos eu voltava a crer que nada valeu a pena com Lídia. Ninguém me engana mais. Então entrei no meu novo mundo e pedi para cancelar.


Não posso rastejar. Não agüento mais essa punheta mental alheia. Vozes estéreis , pensamentos querendo me cercar. Então entrei no meu novo mundo, pedi pra cancelar.


Bebi mais cinco cálices de discórdia no terraço e produzi linhas, deitei insultos que rapidamente apaguei, insultos proliferados por uma garganta cansada e sincera. Os olhos chamejantes daquele rosto lívido ainda me corroíam. Trevas surgiam de dentro das minhas axilas, do meu grito, Lídia. Saí para a calçada, me encostei no poste de luz , sentia-me anulado, arrastado, navegando no vazio.


E assim foi. Entrei no meu mundo e senti ânsia de vômito. Uma enfermeira passou por mim distraída, meu estômago parecia boiar no meio da escuridão, meu peito contorcia-se entediado. Em tudo faltava algo.


Lídia me telefonaria às sete. Mulheres recarregam o esplendor da morte - sequer atendi, cancelado eu ouvia. Iria começar outra vez em outro lugar, agora.

terça-feira, setembro 23, 2008

Quantas vezes eu já não pedi pra você digitar assim, vendo as letras aparecerem de verdade no ecrã? José Saramago me dá sono. Ouvir AC/DC ainda me faz sorrir. E tem mais:pra quem é bem egocêntrico – esqueci - lembrei, enxergar seu espelho com rapidez e exacerbada nitidez, visualizar o próprio garrancho pixo tosco em muro sujo é foda . Claro que é, porra. São as pinceladas ogro deluxe, função pedrero aopa que farão o seu domingo ter churrasco seios e diversão. Do contrário, alimente uma posição dentro de você e me pague a próxima lata, tô tomando Kaiser.

Obrigado

PRAÇA DA BOA MORTE, RIO CRARO, SÃO PAULO.


Essa praça nada mais é que minha imensa e ilustre sala de estar.

segunda-feira, setembro 22, 2008

UMA SEGUNDA-FEIRA MUITO ATÍPICA

Segunda-feira produtiva, com páginas devoradas no apetite e o caralho a quatro. À noite, uma gelada de leve, é aniversário da sogrinha. Tamos ae, playboy - meus textos tão fluindo num naipe sambarilóvi. Tem que trabalhar duro, fera. De graça, só merda de bird, avião na banguela e chuva de mijo abstrato.

No saldo geral, foi um bom fim de semana. Entre as atrações ,fumaça, geladas, idéias quentes, pebolim, sonzera e paz. Paz. Agora é tocar o barco dum jeito foda e certeiro.

Bom dia pra vocês,


sábado, setembro 20, 2008


O camarada puxa Angie no violão. Você está com a lousa suja e a cerva tá tinindo na cachola. Boi Zé. Bar da Sandrinha em Rivers, agora com sonzão ao vivo de sexta. Boi Zé; porra, o bar tá lotadão, tem umas dragonzords se exibindo na agora improvisada pista de dança e putaria. Bichas me encaram, que bosta. Foda-se. A mesa tá repleta de bróders. A patroa sorri pro beldão aqui, like a french.A cerva é de montão, porra, vovódka sempre marcando presença também; o vocal do maluco tá com eco agradável,boi zé primo, até que nem parece Rio Craro.

Porra. Foda. Valeu a noite.


E pra curar a ressaca dois sucão de melancia por doislão. Na rua dois, centrão. É. É a vida.

sexta-feira, setembro 19, 2008

the other night blues


Engraçado. Essa é a palavra pra definir o que é entrar na maioria dos blogs brazucas de críticos de arte. Quanta xaropada! Na maior parte dos casos, é aquele velho esquema: o cara desfila um conceito meia boca achando que tá pagando de gatão, quando devia é ficar quieto e concluir sobre a própria mediocridade. Mas, como eu disse, é engraçado - rir desse lixo de nerds frustrados sem buceta ou pica colocando verdades e traumas em seus textículos de arte, cujos seios parecem de uma mulher manca e invisível.

Normalmente nem entro nessas. Prefiro livros filmes bares, bom, vocês sabem. Creio que sabem um pouco. Bela merda também, tô sem um níquel no bolso. Mentira. Tenho sim. Tenho e adiei de novo a ida pra Campinas. Haha, isso aqui tá me parecendo o diário da dor de cotovelo de um imbecil. Pode ser. Será, porra? Na real, nem é. Longe disso. Sei é que a insônia tem sido parceira constante nessa minha semana de recuperação do porre violento que durou a semana passada praticamente inteira. Confesso que tô de sangue novo no rolê; esse fim de semana me espera de gôndola no lago azul mais 2 maços da mais pura tranquilidade...

Eu não espero muita coisa nova, pra falar a boa verdade, mas, enfim, amanhã já amanheço fumando uma bomba lá no Horto com meu amigo Ringo Starr e seu cachorro ilustre, o Bendrix, que completará nesse mês oito anos de batalha. Um boxer e tanto. AOPA.



Agora, de repente, fico com vontade de quebrar essa tela, mandar todo mundo enfiar um desenho da Amy Winehouse no rabo. Chega de críticos de arte. Então vou cair fora, ler mais algumas páginas por aí, ouvindo The other night blues. Tá de boa, eu sei - não sou burro de carga, não, porra.

FIM

quinta-feira, setembro 18, 2008

CAMPINAS, AGORA É SÉRIO, PORRA



Amanhã tô indo de novo pra Campinas. Dessa vez vai. Dessa vez descolo trampo, não arredo pé de lá até arrumar um "serviço". Preciso trampar, preciso de grana.

Terminarei lá meu livro; porra ele tá ficando bão hein? Aopa. E pros amigos de lá, um aviso: me aguardem, blues rock and roll e cachaça all night long!!




quarta-feira, setembro 17, 2008
















Hoje terminei de assistir Le Locataire, do Polanski. Não preciso dizer que esse filme é du caralho. Tô com preguiça de entrar em cada detalhe que pirei. Deixo lá pra quarta assistida, daqui uns meses, pra então redigir um texto longo. Seja como for, após o término do filme, achei um velho cd de backup aqui com uns textos meus antigos. Tem cada merda que vocês ficarão mais felizes e saudáveis ao passarem os olhos pelos garranchos que escrevia no início de 2006.

Fiquem com uma pequena amostra:

Voltei, andei mais três quarteirões e achei uma nota de 50. Fui pro bar e me acabei. Joguei Virtua Striker e fui campeão por três vezes consecutivas, adrenalina de retardado.

Lá estava o Tony, não come ninguém desde a Copa de 86. Seu queixo é comprido e tosco, tem cara de imbecil o lazarento. Mas eu taquei no cu da irmã dele, a Mirela. Coxas grã finas e um hálito de gelol, nice shot baby. Transei com umas gurias fodas no verão passado. Meu nome é Carlos Brunilo, sou corretor de imóveis, mas depois de meia caixa sou uma criança destruidora de corações.

Cinqüenta reais é um sonho quando se tem sede de cachaça. Afoguei e delirei, voltei pro meu apê e liguei prumas oitocentas ex-namoradas. Meu passado é carniça, cool como o traseiro old school da Carla Perez. Gastei uma grana animais de pelúcia e casas de massagem. Meu primeiro carro tinha durepox até no umbigo, mas foi assim que eu me tornei corretor de imóveis. Hoje torrei cinquentão, fui campeão no arcade firula e combinei de almoçar no pf com uma peruana tesuda. É, Carlos Brunilo para deputado, e sem camisinha, por favor.





terça-feira, setembro 16, 2008

AEROSSOL NO CAIXA DA ELUCUBRAÇÃO ENCAPUZADA NA FRIGIDEIRA





Painel de controle. Onde fica essa porra,pergunta Cláudia Raia com uma caneta bic presa no cu. Alô? Desliga, Fernanda. Vamos lá pra Padaria 38 horas horas. Pão de Queijo com Arara doméstica. Pneu furado. Morreria eu voltando da cachaçaria. E a Cláudia Raia com uma caneta bic presa no buraco.

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Delegacia de cabritos entusiasmadoS. Cegos. Obedeça o Bozo. Tomar uma cerveja na Segunda Guerra Mundial seria ótimo.A estrada solta poeira amarela, fecha o vidro filho da puta. NÃO - o Escort tá diminuindo, diminuiu, ih, ahh lá ;tá igual azeitona; para desespero do meu rosto cheio de não-ciência é o amarelo o ácido da poeria que derrete. Minha paciiência. Ninguém quer vender bolas de boliche recicláveis numa segunda-feira pornô. Encontro com a carta amassada do sono ,boa-noite.





Rodoviária, gafanhotos fazem uma fogueira. Todos fumando orégano belga por lá. Então há o disparo. PLÉQ. A arminha é de espoleta. Foge correndo devagar, com seu topete cor-de-rosa, o gafanhoto Miklos. Correria milhas. Venceu dois palitos de fósforo em seu sprint lento, demorado. PLÉQ. O disparo é irreal. A arminha é irreal. Miklos corre suas milhas em círculos. Disparara dois cuspes para o alto. Deus castiga.

Rodoviária, gafanhotos pensam em fazer uma fogueira. Miklos traz uma caixa de leite ninho. Lá pelas sete da noite há o disparo. PLÉQ. A arminha é preenchida de KI-SUCO. O autor do disparo supostamente tende a ser Ranir, o astronauta. Ranir apaga a fogueira rapidamente. Miklos retira sua peruca. Canta "Pena de aluguel". David Bowie junta-se aos gafanhotos. Está mais preto do que nunca, igual a branca Preta Gil. Raul Gil come o cu de Miklos, que fica rouco. Deus castiga. PLÉQ.

Rodoviária, gafanhotos. Solicitaria fogo caso quisesse acender a fogueira, o gafanhoto Miklos. Odeia topete. Ele rouba o leite ninho de Raul Gil, fode o rabo da Preta Gil e persegue David Bowie. A arminha deveria estar preenchida de KI-SUCO nas mãos de Ranir, o astronauta. Mas o homem de Saturno sequestra Deus e foge com a peruca cor-de-rosa, que na verdade pertence à prodigiosa mente de Clarah Averbuck.

segunda-feira, setembro 15, 2008


Procurando emprego. Logo mais tô em Campinas, de novo. Ontem acabei torcendo o pé, capotei beldo na rua. Tá foda.

Mas assim que arrumar um trampo firmeza, regulo a cachaça e as loucuras. Digo, mantenho-me vivo mais facilmente.

domingo, setembro 14, 2008



Tô aqui em Campinas. Não sei se perdi muita coisa. Ganhar e perder ? Detalhes de bosta. Que bosta. Tanto faz. Se foda-se, você, amigo do pensamento.








Perdi meu bloco de registros que o Ranir me arrumou. Perdi a praticidade do ganha pãpo escravota "celular roupa lcd plasma i phone cucu saraiva coxinha". Tô de boa. Vocês, precisam de solidão, amor e cocô. Eu preciso de morte viva.

segunda-feira, setembro 08, 2008



Tu tá com o focinho cheinho de birita.
No pátio o gorilão se entupiu de paçoca vencida.
Lúcifer escolhe a mamadeira com gosto de carcaça boa.
Atraso. Uma colméia recheada de ressaca e paralisia.
Jibóia na panela, filé de eczema, tudo isso e mais estupro no dúplex do Aílton.
Excursão para o Horto Florestal de Rio Claro. Sete beques, dois garrafões de vinho, a maquinaria escrotal e a mansa buceta da Jaqueline.

A gangue do giz de cera tomou conta do esgoto de Guarulhos.
Gozar com extorsão: Nevoeiro Júnior e seus crisântemos.
Farsa na biblioteca. Irriquieta, ela peida como um herbívoro assustado. Ela odeia "JOGOS OLÍMPICOS".
Sutiã com vodu. A vizinha tá petrificada na vitrine. Engole a salsicha Leninha, engole.


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sábado, setembro 06, 2008

MESSI NÃO VIU REBECA GUSMÃO



Tô vendo a Argentina mandar no jogo. Com um jogador a menos, a bi-campeã olímpica vai empatando com o líder das eliminatórias, o Paraguai.

Peraí: cobrança de escanteio.

Não rolou porra nenhuma.

E a Rebeca Gusmão? O travecão testosterona de mamute, queixo de égua mulé macho - perdeu tudo. Banido forévis da natação. Se fudeu.

E a Argentina? A Argentina tá mandando no jogo.




sexta-feira, setembro 05, 2008



Sexta. Caminhos sem ruffles ou aborrecimento sênior. Sexta. Copos envenenados invadem meus pensamentos imbecis. Rajadas de opções: vinho, cerveja, chopp, velho oito, querosene, sífilis, ameba diet, sham 69. Tem pra todo mundo. Menos pro Robinho, aquela putinha que chama o Dudu Nobre pra cantar pra $eleção do Dunga. Haha. Falar o que? Argentina rumo ao tri!

quarta-feira, setembro 03, 2008

FATOS 2



"Não comi ela,mas foi o melhor prato de comida caseira até então.Filha da puta."

FATOS


Fatos. Puta palavrinha otária. Fatos. Quem apura os patos é o jornalista. Sou mais o jornaleiro. Principalmente se o jornaleiro atuasse na versão de Atari do Paperboy. Du caralho. Foda-se. Foda-se os fatos, prefiro momentos. Boate Momentos Rio Claro, coisa fina, universitárias burras de mongologia por 200 pilas o rabo/hora.

terça-feira, setembro 02, 2008

BARRANCO DA ROÇA


Ah, PUTAQUEPARIU. Acabo de sair daquele banho quente no meio da madruga. Satisfação análoga à do mosquito beldo asfixiado em seu eterno potão cheio de Hellmann's limão.

Sigo em frente com cabelo molhado, "olha a friage minino" naipe tiozinho do correio aposentado, acompanhando a São Silvestre pela tevê numa poltrona perdida em Guarulhos. O miojo é preparado nos trinks, matemática pura, claro que é de galinha caipira, gostinho barranco da roça - crasse demais.

Enquanto isso a Sissi ronca igual vovó alucinada pijama 180 anos. Tá feia a coisa, a cozinha acaba de sair de cena, vai dormir no guarda-roupa da mulher do vizinho dentista. Odeio poodle - mas a Sissi é outra atmosfera, em sua viagem longamente cascão-cascona, pêlo branco sujão bem angelical, ternos olhos de cisne-elétrico-curaçau blue, cadela de guarda noite afora presença. Reverbera até no cu do nevoeiro seus latidos, puta latido chato! Como parafusos kamikazes tingidos de cinza amendoim, seus últimos ecos caem lá pra trás das ruínas do Lago Azul.

Descansa ae Sissi, cê é parceira demais. A ferinha tá contando 12 anos de sussego, aguentando o tranco numa nice. Precisa só beber, todo dia, na janelinha da espaçonave peluda, seu colírio pra catarata - que por sinal tá em falta aqui na roça. Cidade de bosta é outro naipe, nénão, amigão?

segunda-feira, setembro 01, 2008

CORRUPÇÃO NAS GALÁXIAS, episódio zero



- A natureza é inexata, seu filho da puta.

- O PF lá da avenida 80 também - replicou Pipunca, catarrando ouro no meio fio.

Eu mandei os dois pra merda. Fazia quatro hora e cacetada que ouvia isso aí. Então me mandei pro edifício Japa. Hotelzinho boqueta.

Na recepção, bastante encachaçado e cor de lama no bolso, pedi um café.


- Acabou.


O funcionário - que era a cara do Embaixador Spradley - consultou seu relógio de pulso,e, levando a mão esquerda à boca, tossiu estiloso, groupie de boy band do programa Mulheres. Nisso me aparece no Japa o Joca. Disse que o Pipunca alugou uma sirigaita na praça da Matriz e a dupla se mandou na pata pro buraco dela.

Porra. Eu tava rico de sem grana. Mortão larica de Zeus. Nessa boa babilônia, qualquer coisa rolaria, menos dar o rabo ou ouvir Fábio Júnior no Posto Confiante.

- Intestinos? - perguntou ao telefone o sósia do Embaixador Spradley - Espere, vou verificar.

Vasculha daqui, vasculha de lá, e o Embaixador Spradley se fodeu. Parece que resolveu mesmo apostar na aparência de jogador de beisebol do Joca - lhe confiou 3 pratas. É, e o fitão do 223 tava pra presuntão já. Que se foda. Farmácia? Que remédio? Gastamos a fortuna em pizza de cachaça batizada com H20 e cigarrão defumado em fatia simples.

pode apostar, Lindomar

confuso, vagabundo, folgado. louco por futebol e rock and roll, aquele flamejante, conhece? incendiário, de libertação. louco por liter...