quinta-feira, dezembro 30, 2010

sebo do Édson + Zoega = sucesso, chefia (apenas una tarde de quarta-feira, sem trabajo!)

/
você percebe que é una mercadoria legal pra dedéu quando abre o messenger e aparece "dado dollabela casa-se com george lafond na suíte Palace". que me importa, amigón? porra, e eu que só queria entrar pra falar com mi vida. ACONTECE.


acabo de vir do sebo do Édson. rua 1 estralando, quatrão da tarde! e efetuei agradáveis troca de libros. dispensei o livro de contos do Paulo Henriques Britto, "Paraísos Artificiais". ótimo tradutor, péssimo prosador, o Pauleta. São contos detestáveis, desparidos em imaginação e toque de senso-maionese. Bom que troquei esse y mais outros, entre eles "semiótica" do Peirce, época em que fritava nos signos e symbols com o Dema, professor da Unimep - bloco oito, quantas recordações! Mas, como diz o Fúrio Lonza, "semiótica: velha caolha". Tô fora. Resumindo: as trocas foram extra-agradáveis. Dos títulos in español, mais a prosa do Braga e do Cyro dos Anjos! E ainda Lêdo Ivo - porra, aí é sacanagem, verdadeira aula do que é prosa brazuca!!! Aoopa!

Depois encarei dois ferventes caféziños no copo prástico + uma lata de cueca cola! Onde? Na Zoega, é claro. Aproveitei pra escrever o encarte de "O que restou da rua 1" e ler - aí chegou uma numerosa macacada gente fina, padres y pimpolhos - pra dividir aquela Pepsi família. É, e apelando prum copo lotado de pedriñas de gelo! Calor pra dedéu no centrão. O ano finda e o riocrarense sua a genitália!! Aoopa!


Grande abraços aos amigos e amigas leitores (se é que os tenho) !


e a trilha é essa:

terça-feira, dezembro 28, 2010

limpeza da corrente?


Das leituras em trânsito, Llosa y Graciliano são as que me tem feito repetir a exaustiva expressão "vou de Buenas Pizza Contentamento séries again, meu chapa."


Cheiro de graxa. Prazenteiro Bicicletaria, rua Nova Iguaçu. Tarde tranquila de céu alaranjado. Seu Inácio regulando os freios. "Tá ótima essa Barra Forte!". Vermelhona. "Tá rugindo!"Ele franze a testa "Não. O freio traseiro ainda não está bom". A calça social, nascera cinza e agora não poupava aos visitantes sua felicidade de contornos em língua(s) preta(s), combatente de Cecis e Velotróis sanguinários. Rasgos são rasgos. "Quanto tempo tem essa calça? Ahhh", No joelho esquerdo, o rasgo monstro: "agora sim. veja". O freio pronto. Macia a mão ataca o freio, grúm! preserva os dentes: não-escoriações galantes membrais pelas perigosas ladeiras, trombadas-zica em kata-entulhos.

O cheiro de graxa intensifica-se. "óléo ou graxa?". Seu Inácio ri, a palma direita alivia o suor, a boca abre, a testa livre: "óleo ou graxa?".

sábado, dezembro 25, 2010

rápidas considerações sobre o rock español (punk77 trippin')

há algo no rock español que me encanta. encanta tanto que me viciou comprétamente. escuto em qualquer planeta, espaço-lugar, nú no telhado, no celular, a navegar na net bolando idéia com os trutas, com Goethe - e com mi vida.

me deixa inspirado. me faz mais vivo y fuerte. tá foda, tá bão bagarái. e fuçando em sítios e no soulseek vou descobrindo muchas canciones, coisa fina, chefia.

miro la data da gravação dos álbuns. sentimientos fodas que as pessoas acredita(vam) paridas em anos que agora parecem distantes. nostalgia bruta.

o mais legal de ter una banda é provocar aquele refrão que arrepie as pessoas, faça bradarem las tazas, compartilharzión plena, sorrisos apertando-se, estralados, e los cuerpos fornecem dança, almas perturbadas dirigem-se ao tranquilo passo, sí. viva lo caminho estrellado, vívido, punkficador!




DOS MINUTOS - TODO LO MIRO

Ontem, véspera de natal, estavam "todos" camaradas na área: Danilão, Casão, Frankin, Ivão...

Só que eu estava com sono e acabei ficando em casa.

Só sairia de casa pra ver uma única pessoa. E permaneço pensando,incontinenti, nela. Boa tarde. Uma hora em ponto, agora.

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Eis que estou caído da cama. Recém caído: oito e seis da matina, véspera de natal de 2010 e estou bebericando o café, pronto pra trampar até meio dia. Tá tranquilo.

quinta-feira, dezembro 23, 2010

estreitos da avenida 9

meia-égua. meia-água. muito bom dia, meio dia. o sol fura friiii, a dúpra PUPILA. fecha a luz caralho!

gregório Boa Morte passou por outra microcirurgia de redução do furor - esteve contemplando asperezas da noite riocrarense. essa foto é da ordem do afeto central, estreitos da avenida 9.

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Como é bom ouvir o bom punk rock cantado em espanhol. Crássicão, naipe 77. Três notas, bateria aguerrida, refrão grudentão - baixo nervo, e a batera cada vez mais desbravando tudo que um dia foi monotonia - pulsa forte pra explodir o céu em vitalidade, brôômm, e das letras surge o ideal da amizade, camaradagem e pra não falar DELA, que desperta o amor de verdade. Vida longa ao punk róque em espanhol!!

terça-feira, dezembro 21, 2010

me empresta esse refrão, chefia


Agora pouco o amigo Barquinhos me passou link de vídeo do Youtube, à título de nostalgia. The End Is The Beginning Is The End. Gosto desse refrão. Das linhas do japa permeando as bordas da canción, tétrico-saídinhas. Boa pedida.

segunda-feira, dezembro 20, 2010

RIO CLARO DECORAÇÃO NATALINA: "SHOW!"



Já é tradição. Nem preciso tirar do bolso os adjetivos. A decoração natalina de Rio Craro, especialmente no centro da cidade, fala por si só. Aopa. Groriosa, exala GRoriosa toda sua essência. Aqui, podemos conferir adornos pelos postes da rua 3, centro da cidade. Que tal?

sábado, dezembro 18, 2010

Tarde agradável, vi com a rapeize Alien - O oitavo punheteir, haha. Agora, à noite, Casão, que chegou na terrinha com a esposa e tudo mais, vai conhecer a patroa. Boa tarde!
atiro-me horizontalmente. de mãos unidas, como numa perfeita reza, estou dentro da nuvem. embarco, não paro, o corpo segue, prossigo, flutuando em jato, surf-kamikaze-maionese. respiro azul, procurando as avenidas sem número do céu. o tempo, límpido.a saudade, infinita.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Sentindo Na Pele / Kan Door Huid Heen (2009) Drama/suspense de estréia da diretora Esther Rots



(sinopse no maior estilão ctrl c , ctrl v.- tô baixando essa birosca.)

Uma agressão brutal muda a vida de Marieke. Ela deixa o familiar ritmo da cidade em troca da solidão de uma casa dilapidada em um campo vazio. Seus medos irracionais na fazenda gelada são um esforço constante. Com o começo da primavera, sua curiosidade pelas coisas novas que cobrem a podridão fria do inverno a puxa para fora do interior sufocante de sua mente. Lentamente ela aceita a ajuda de John, seu vizinho, assim como as estações, ela também muda.


quarta-feira, dezembro 15, 2010

LOS BASTARDOS

Dois momentos marcantes. Duas almas: Fausto e Jesus. Peregrinação grindcore, pão de cada dia. Gringos X Tchicanos?Sarcasmo em trocação de idéia proletária. Nebulosa luz da piscina, toda azul. Drugs, falta de perspectiva, banalização do junkie way of life. Mundo sem lei, porra. Assista. Oitenta e seis minutos bem gastos.

MURILO RUBIÃO NA MINHA GOMA


A campainha tocou e ninguém quis atender. "Encrenca", meu tio considerou. "É o Onofre" disse eu, tentando ser o engraçadão. Fui até a cozinha, bizôiar o monitor da câmera. Nada. Ninguém. "Interessante". Retorno ao meu gibi. Ah, não é gibi. Trata-se do pequeno caderno azul. Caderno de conferências.

A campainha tocou e era Murilo Rubião. "Prazer, mestre". "Pode entrar!" Ele assentiu, todo terno, com a cabeça. "Senta aí, chefia". Eu, ansioso-falante-maionese vendo o grande escritor todo aprumado em traje socialzóvisky dos anos quarenta, arrematei: "Quer uns bolinhos, um refri, águinha gelada?" Numa rara candura, murmurou "Não, obrigado...". "E cachaça?". "Obrigado, não estou com sede."

Fiquei ali, sentadão de berma, tomando água geladona no bico. Eu de buenas, no meu sofá de acrílico. O Rubião na poltrona. Comigo aquela sensação de "espera só até os filhos da puta dos meus amigos saberem disso!" aí que fui correndo anotar duas frases ditas pelo mestre. Preciso do caderno azul. "Cadê ele, caralho?". Estava aqui até agora. Saio de rolêzinho. Pela casa. Pronto. Estava jogado, todo torto, de braços abertos, ao lado da minha cama.

Volto para a sala num passo maroto, (gingadão meio NOFX?)meio rápidão, mas sem dar pala. Certifiquei-me que o lápis apresentava-se usável. Mão esquerda à postos e o caderno subitamente torna-se belo pastel de palmito. Frito na hora. De massa cocrante. Em proporções famintas. O que antes era capa dura, reina como tiquinho de azeitona rioclarense, em conjunto à outras alegorias, sachês of my life.

As folhas brancas em linhas descansadas deixariam de existir pra virarem área de mordidas e dentadas monstro. Comecei a suar. Principalmente nas laterais do pescoço - área mais atingida pela desagradável suadeira. "Aopa tio, valeu por ligar o ventilador" - "De nada, Mário". Fiz um jóia invisível pra ele. Sempre gente fina, mui solícito, o meu tio Heraldo.


ELEVADOR BRANCO EM NOVA FASE


Aopa. A nova coqueluche? Acompanhar o Elevador Branco. Que porra é essa? Parido por mim, Zanzibar (ou Harris, Velho Marinheiro ou Felipera), Barquinhos (ou Marcinho) e o Zé (ou Cabelo, Hellhammer) tivemos essa idéia pra estender os diálogos que se formavam em torno do Elevador Branco Real. E, pra ser bem claro: mantemos esse blógue para fins "edeotas". E faz uma cara já que a parada tá por lá. Aopa: sim, o EB teve períodos de glória, e a maioria de ostracismo. Mas tá de pé. Aí chamo a todos pra animar a birosca. É, numas de ressuscitar a bodega, tô aqui passando a letra aos poucos leitores do Vozerio (se é que os tenho) pra passarem 1 pano no EB. E pra inaugurar a nova fase, uma linda história:

terça-feira, dezembro 14, 2010

just for today, módafóquer

É...conceitos não inertes pra gostos e afinidades. Isso é constante por aqui, chefia. Mas...

Mas...

Fosse-me dado hoje, a escolha por três escritores brazucas...

No "quesito" prosa, claro. Nelson Rodrigues,indubitavelmente, seria o primeirão da lista. Mestre Graça em segundo. Graciliano Ramos, aplausos. Sabia escrever com a ponta do galho da árvore carcomida dos dias. Que concisão. São Bernardo, crássicão. Que visão de mundo maturada, páginas abertas sob o peso dum punch árduo, urgente. E o terceiro lugar? O terceiro lugar é que tá osso. Aluísio Azevedo, Mário de Andrade, Machado, Plinião, Rubião, Lucio Cardoso, Cyro dos Anjos, Guimarães, mestre Lima...

Vou de Rubem Braga. Só por hoje.



MUITA FOLIA NO NATAL DE CÁSSIA JONES



E atenção para as excrusivas confissões!

Dia 9 de Dezembro – Quinta-feiraNossa Senhora Aparecida
Dia 10 de Dezembro – Sexta-feiraNossa Senhora do Rolêzinho
Dia 13 de Dezembro – Segunda-feiraCristo Reconfigurado
Dia 14 de Dezembro – Terça-feiraNossa Senhora de Fitinha
Dia 15 de Dezembro – Quarta-feiraJesus, Maria e Mário José
Dia 16 de Dezembro – Quinta-feiraSão Miguel Arcanjo e Ricardo Valério Hairstylist
Dia 17 de Dezembro – Sexta-feiraDivino Salgado






domingo, dezembro 12, 2010

Depressão violenta. Cama. Cama. Cama. Sono. Inércia.

AQUI TEM! XAMEGO...

Este é o produto que ando consumindo. O bom leitor(a) que acompanha o Vozerio, sabe que tem mais de cinco meses que não DESÇO uma gota de cachaça. O coro das opiniões então se divide. Uns procuram ver os benefícios: "pô Mário, você emagreceu, ficou com o rosto menos bolachudo" - há ainda a questão da saúde, enaltecida com a típica: "que bom Márião, você não tinha limite pra beber mesmo". Já outros são os fanfarrões, zombeteiros, "um homem que não fuma nem bebe?". Pra esses eu tenho que negar doses de tequila, convites pra cervejadas e afins.

Aviso então à todos: Xamego de 3 litros é a nova coqueluche do Lemão. Não se preocupem. Aqui tem Xamego. 3 litros de pura alegria e líquida descontração.

E agora assistirei "Los Bastardos". Ver qualé que é dessa película. Boa noite.

sábado, dezembro 11, 2010

E o sábadão hein? O esquemão será sair com o pessoal e ver qualé que é a boa da náite. Sigo aqui ouvindo canciones esbeltas, ainda um pouco aturdido com a Panic Nóia de sexta. Mas faz parte. Vamo-que-vamo!

sexta-feira, dezembro 10, 2010

Corra, ansiedade. Te faço muda. Putchaca ilustre. Cimento mijado, velho enrosco. Te faço planta embuste. Ansiedade gritará.
Duas e poucos da tarde. Sexta "quentíssima". Sou tomado por aquela moleza quase mórbida. Dá trabalho falar com as pessoas. Parece que há esforço enorme ao empreender o "boa tarde, tranquilo?". É.

Meus resquícios de AgoraPhobia, Panic Attack, Panic Disorder voltam. Há extensa ânsia de vômito, infindável. Dentro do peito, o agente estressor é maior que os mecanismo de defesa. Amigos ao meu lado tentam me animar. Em vão. Estou numas de deprê gigantona. Morto-vivo. O pior são as lembranças terríveis dos dias de perpétuo sofrimento.

Tomo providências.

E lá se vai, a tarde de sexta. O sol se expande numas de fritar todas as mentes e corações, e estou de pé. Três e pouco da tarde. Consigo respirar. Volto a ter "petíte" - a ânsia camba da biqueira. Consigo sorrir.
Apesar do sono desagradável, 'miôrei'.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Fim de noite e tô meio zorzo. Comecei o dia empolgadaço. Aí no meio da tarde, o sono. Calafrios falsetas? Talvez. Cabeça heavona, pesadona pra dedéu. É como se o olho direito quisesse forçar mais a barra que o esquerdo. Acho que, no meu esforço de não dormir, meu sono tem sido chinfrim - e dar conta de zilhões de coisas ao mesmo tempo, sometimes faz com que tudo exprôda, decididamente. Percebeste?

quarta-feira, dezembro 08, 2010

RIO CLARO: AVENIDA 5, ESQUINA COM A RUA 7


Avenida Cinco. Aquele bar de esquina, com a rua sete. Cara de lanchonete-malhação piorada. Uns rostos gordos, pessoas sem critério pra vestir-se. Ficam vendo "o movimento". A cada meia hora passam dois carros. Alguém estaciona o Audi,bem parceladinho. Há poses, barrigas encolhidas, "o seu copo está cheio?". Camaradagem total. O exagero do bom gosto, indiscutivelmente, chefia.

Advogados versados em Aristóteles em posição. No cardápio da fauna ainda: gordos farinheiros enrustidos, falidos-mind in camisa pólo limpinha, e as eventuais e promissoras porpetas, aplaudindo fofocas, por dentro e por fora.

E agora, "coméRcio até mái taRde", tudo ao redor deste pequeno e distinto antro veste enfeites natalinos. Luzes amarelinhas. Requinte. Produção.Haha, retratos formidáveis da vida rioclarense.

AINDA HÁ TEMPO PARA AS QUIMERAS-MAIONESE?

Ou, como escreveria Hugo: "cada qual devaneia o incógnito e o impossível, conforme sua natureza".
Formam-se palavras na cabeça. Da cuca ocorrem "descansos de tela", sometimes tão toscos quanto aquele simprão do windows, fundo preto e uma frase perambulando como bambolê beldo em noite de Sukita com Véi Barrêro. Frases esquizo, conceitões, "gravuras", socos, GUSPES, vaidades, rolêzinhos mão no bolso avenida da saudade. Eu pedia muita cerveja ali perto da avenida da saudade, falando nisso. No mercadinho verde.Pedia a mim mesmo: pagava e tentava compor algo que me soasse agradável, sopro eufórico parindo sem dó a justa melodia.

segunda-feira, dezembro 06, 2010

LA GRANDE BOUFFE

Vou ter que novamente assistir esse clássico. Como gosto dos diretores italianos. Zurlini, Pasolini, Fellini, Tornatore, Argento, Visconti, Leone, Rosselini, meu xará que pulou para o além mar, De Sicca, Scola, Márião Bava, Moretti,Antonioni! AE, VÁ TOMAR NO CÚ!!! AOOOOPA!

domingo, dezembro 05, 2010

Ao pingar, a gota escava a pedra. Grande Lucrécio. Sabia tudo de bola. Certamente frequentava o Alvinho. Grande Parada Obrigatória, a rua 1 estende o vermelho, reluzente tapetão. O deguste antigo: o copo violentamente estraçalhado goela abaixo. O baque dionísiaco. Estilhaço do EU - me despeço do tempo, solto-me here now maionese, parte do todo let's go bolacha, avalanche de sensações fodóviskys, sucessivas e novas.

Agora, não. Demoro-me. Toda alma, teu olhar. Me perco, naufrago livre, poesia cosquin além crepúsculo. Minha vida, mero detalhe. Meu coração Ní sangra eterno.

sábado, dezembro 04, 2010

RATO CACHAÇA, GARRAFA NO BARRETOS - ESCAPAR ILESO É IMPOSSÍVEL



Rasgar. Ratazana do pântano. Arrastar. Poder Podrão. 1-2-3-4. Destruição Dançante. Peso, em Mizão. Brutal - coisa de farofeiro. Fuck off and die, faixa 1 do Feijoada Acidente, quantas vezes eu e o Danilão escutávamos antes de fazer um som. Fodera Geral, essa era crássica, composição do Beck Ronalds. Escapar ileso é impossível.

Matéria-massa humana ramones enquanto despertador, sonzera som vivão, sonoplastia demente legalzóvisky pra dedéu em monocarne. Num quarto escuroalguém compõe, prantos em fúria, sol maior e confiança, dedos em carne viva, mão direita chamando esperança. Crackeiro não simpatiza com Camões. Vagamente ando pela avenida da Saudade! Sempre ela, abrigada em onipresente neblina!

Ontem sonhei que caía do penhasco de concreto. Vi muitos amigos saltarem. O primeiro que se jogou para a morte, estarreceu-me. Olhei pro lado e falei, "ele não está se matando". Mas ele estava voando. Dedilhando o vento com o peito aberto. Lentamente alcançou o solo. Tentou cair de pé esquerdo. Fechei os olhos. Quando vi estava deitado feito morto em caixão. Lentamente levantou-se. Mal me recuperei e todo mundo pulava; eles se espalhavam sem nuvens, caíam rápido, flutuavam na sequência, e lentamente caíam, escorriam para o solo lentamente. Lentamente morriam, mas erguiam-se como que pra cuspir na cara de alguém aleatório. Saíam andando, navio convincente de células zen motor. Ilesos. Mas escapar ileso é impossível.

Não é vertigem. Desci da sacada com um pulo simples: a distância diminuiu. Fui acordado ao som de The Crusher. Pensei "porra, sábado vamos tocar em Barretos e...". Bom, sinapses embrulhadas em papel almaço explodiam - parecia que eu nunca havia pensado. Escapar ileso é impossível.

É: amanhã tem Garrafa no Barretos. Aopa.

pode apostar, Lindomar

confuso, vagabundo, folgado. louco por futebol e rock and roll, aquele flamejante, conhece? incendiário, de libertação. louco por liter...