domingo, janeiro 30, 2011

VIBRATORS!

E amanhã (hoje) o esquemão vai ser mesmo colar em Americana. Porra, Vibrators, e de graça ainda! 

Vamos todos pra lá, só a nata, é claro. Aoopa. Em breve bosto mais sobre! Abraços aos amigos leitores.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

SINGRANDO NO CALORZÃO DA RUA 1

Como diz minha namorada: "Wonderfuls of home". Fui pra lá segunda-feira. Saí mais cedo do trampo e topei umas garrafas térmicas cafezuscas lá. Aopa. As pretas são as mais monstro. 100% Simpatia. Serei apenas um ex-bebum procurando insconcientemente um novo Jack Daniels? Não. Prefiro só a rua 1.

Pois é: tão, tão bão visitar a rua 1. Cria músculos de ácido sulfúrico, na corrosiva alma. Na rua 1 com avenida 24, há uma boa loja de autofalantes, amps, etc. Precisava ver esquemão pra deixar meu "equipo" (acho do reggae demais essa expressão) na responsa. Mas a birosca tava fechada. Que merda.

Depois, um sucão (lembra, Sebastião Casagrande?) ali no Seu Moço. Na rua 1, é claro. Aopa. Não havia nenhum cara-suja por lá. Aliás, tinha sim: um chifrudo me bizôiou de solslaio. Sabe aquele cara que acabou de sair da firma e sempre vai estar no esquema "cara-de-firma, uniforme-de-firma,caixão-da-firma?". Pior que isso: cheguei o bicho me olhou com carão de duropex fresco. Então encaro o fitinha. (Que porra é essa?) AE ele virou a cara - acabei nem dando trela. "Quero 1 turbinadão." 

Me ajeitara feliz, tranquilóvisky, na banqueta, quando há interpelação: "Vai 1 salgado, moço? Bolovo, Enroladinho de migalha, Coxinha de Avestruz, Torta de Cancro Mole...". 

Ela é o próprio telemarketing dos petiscos. Cadeia's Moço. Perguntou várias vezes. "Não, brígado." "Não." "NÃO". Ah sim, ela é crente.

Chego em casa e, numas de perturbação, disparo um montão de palavrório crust  pra cima do Arte e Cultura  de Rio Claro. Uau. Lucidez que sempre incomodará engomadinho e bem-relacionados. Deveria permanecer com os ouvidos da alma paralelos ao universo da rua 1 - aprazível ventre dessa imaginação crândestina, chefia. Aoopa.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

PEPPER TRONICS

Vira e mexe recebo flyer do "Pepper Tronics". Coisa mais imbecil: "e aí, curte 1 eletrônico?". Ou então aquela criançola que nasceu ontem e enche a boca "ahhh, na minha época era foda, hoje em dia acabou rave". Uau.

E esse pessoal que vai no Pepper Tronics? É aquele pessoal bem merda, que transista entre um estilo de se vestir posto de gasolina mezzo Madalena. E curte uma droguinha. Núoffa...
No dia seguinte, eles escrevem no msn e facebook tudo o que fizeram resumido numa frase com erros de concordância. Que ressaca foda hein galerinha? Paguei um pau.


ps: Sem contar o velho truque do DJ direto da Califórnia: colocam um filho da puta branquelo lá ou esquisito e dizem que o cara é gringo, como se isso fizesse diferença - qualquer Zé Buceta é DJ.

sábado, janeiro 15, 2011

DE ROLÊZINHO, CHEFIA


mestre Joey, que transmitiu toda a energia do rock and roll com o coração

De rolêzinho pelo Frolini. Supermercado tranquilo, pra ir de chinelão, comprando  Chá Gelado, uns mindúim picante - e mais outras carambolas of life.

De rolêzinho pela Zoega. De rolêzinho pela História (agora Outras Histórias). De rolêzinho pela Veneza. Os rolês me transformam em sujeitão mais bão pra mim mesmo - e talvez pros outros também, porque não?

***

VEM AÍ O PUNK DESTROYER II

Valeu rapaziada! Dia 06 de fevereiro será a vez do Punk Destroyer II!

terça-feira, janeiro 11, 2011

DOMINGÃO PUNK ROCK! PUNKOGENIA - EU NÃO QUERO SER 1 BOM RAPAZ


Puts, domingão foi ducaralho o rolê. Tarde de punk rock com Garrafa Vazia, Punkogenia e Processo Criminal mais o Peeter. Aqui vai uma palhiña do Punkogenia, o Bédi Brêins de Piracicaba, como lhes disse, ao fim do show. Aqui eles vem com "Eu não quero ser 1 bom rapaz" ! Sonzera!

domingo, janeiro 09, 2011

I PUNK ROCK SONGS


e logo mais o Garrafa vai tocar seu punk cachaça! Desta vez na rua 2 (entre avenidas 7 e 5), no D'Vinci Music Bar. Processo Criminal (Cordeirópolis), Peeter( Araras) e Punkogenia (Piracicaba) também marcam presença. A macacada começa a se aglomerar lá na frente (se a chuva dar uma boa pausa) por volta dumas quatro e meia...A entrada é cinco pila, e estaremos vendendo adesivo do Garrafa Vazia por 2 pilas e a última e foderosa demo "O que restou da rua 1" por 5 pila! Compareçam!


grande abrazzo!


sábado, janeiro 08, 2011

"ACENDEU UM CHARUTO, E TRANQÜILAMENTE ESPEROU A HORA DO ALMOÇO"



Ressusrreição, o primeiro romance do Machadão, é puro sugar. Triângulinho e plá. Li e reli. Tá todo mundo lá: o doutor Félix, o Viana, a Lívia...e é divertido degustar o flerte numa valsa, frescurite rodeios e aquele cheirinho de esterco francês no cabelo dos convivas percorrendo o salão- ou a sala da aristocracia afrancesada-merda. Tá certo.



y sigo escuchando 2 Minutos!!!


PS: Falando em Félix, sente o drama da descrição de gestos/atos do peça, ou mesmo como o narrador passa um pano na fera:

"Félix entrava então nos seus trinta e seis anos, idade em que muitos já são pais de família, e alguns homens de estado. Aquele era apenas um rapaz vadio e desambicioso. "

"Não direi que fosse bonito, na significação mais ampla da palavra; mas tinha as feições corretas, a presença simpática, e reunia à graça natural a apurada elegância com que vestia. A cor do rosto era um tanto pálida, a pele lisa e fina(ui!). A fisionomia era plácida e indiferente, mal alumiada por um olhar de ordinário frio, e não poucas vezes morto."

"Nesse estado passou Félix o resto do dia. Longas lhe correram as horas, friamente longas como elas são, quando o coração padece ou espera. Enfim, caiu a tarde, apagou-se de todo o sol, as sombras da noite começaram a lutar com os derradeiros lampejos do crepúsculo, até que de todo dominaram o céu

A melancolia da hora insinuou-se no coração do médico, e a pouco e pouco lhe aquietou o desespero do dia."

Espreme sangue, o NP. Esprema sugar, a fase emo do Júaquim Maria.


segunda-feira, janeiro 03, 2011

MAIS DE NOVENTA KILOS PRO CHÃO


Domingão tava com minha namorada mais uma amiga lá no DJ. Chuvinha, fim de tarde. Elas na cerva, eu na coca-cola, climão agradável. Conversa vai, conversa vem, rolou um assunto bão lá - e me empolguei tanto, CHUVA DE RISADA, me empolguei mesmo, mas tanto que comecei a rir, a rir, meio que gargalhava e aí fui pra trás, as costas gorda pondo força, a cadeira amarela de plástico PLÁ, não resistiu, estourou! eu fui pro chão, BRUMM, caí de bunda, puta vergonha. QUE MERDA. O DJ parou. Todo mundo urubuzando, pescoçando. Silêncio. Se eu fiquei com vergonha? Ruborizar é apelido: fiquei vermelhão mermú. Aí o jeito foi esconder o rosto pra dentro da camiseta branca do Social Distortion. Acontece.

domingo, janeiro 02, 2011

15:54


Três e quarenta e quatro. 15:44. A tarde, ótima. A alternância chuva/céu limpo, céu cinza-chove. A Zoega fechada. A banca também. Vou até o banco. Tomo o expressinho ali no Posto Andorinha, o "dos prayba". Há dois policiais por lá, da guarda municipal. Fala de bebezões "Rio Cráro num vira, depois da meia noite dei tchau pra minha mãe e fui lá pra Piracicaba. Rio Cráro num vira". E olhava pra mim, buscando certa cumplicidade. Abaixei a cabeça, me concentrei no livro que acabara de comprar.

Aliás, falando em livros: fiquei com vontade de comprar a autobiografia do Lobão. Talvez pela loucura dos 80 (perto da caretice dos 00's - e calma, não gosto do Cazuza), talvez pelo tom confessional metendo brasa. Talvez pelo fato dele crescer lendo as crônicas do Nelson. Não pelo lado compositor. Muito menos pelo lado polemista frasal de cunho sexual. Grande merda, o Lobão opinar sobre o mundo. Aliás, biografias do Keith Richards, Eric Clapton servem só pra enfeitar estantes. Não posso falar muito, afinal tenho do Buk e dos Stones. Se não posso falar muito, posso falar pouco? Ora, vá se foder, se lançarem a biografia do Mussum eu compro na hora.

Aopa: o cafézinho lá do Andorinha é bão até. Morre por dois e vinte. Mas que merda de ambiente né? Só tem mauriçola. Cara que fica no nextel se achando o maior porra louca porque "tomou uma garrafa de vinho sozinho na hora do almoço". E o figura avisa o amigão travesti que vai dormir um pouco pra ficar zero bala. Porque à noite tem De Vitto. É assim que escreve essa porra? Eu nem sabia que existia essa merda, até ver um imbecil de gola pólo e bermuda clara falando ao celular na esquina, em frente à birosca. "Vamú no De Vitú?"




GARRAFA VAZIA - ETERNO DESEMPREGADO

Let the Good Times Rol

Ano novo. Década nova. Tudo conversado. Resolvido. Os bons tempos voltaram.

sábado, janeiro 01, 2011


jaz o imbecil sentimental

não. não há espaço.

quase aos trinta. porque o ano começou?

dez minutos e...andei sofrendo. andei caindo. tropeçando. o excesso de vida interior, não vou conseguir encontrar-me.

chão sem sombra. renúncia violenta de um pobre diabo não comove ninguém.

solitário olhar oceânico, lento desespero. peito dilacerado.

decepção.

através da memória?

tudo é vago agora.

tristeza. impotência. falta de sentido.

não sei se devo acreditar na vida.

profunda inquietação, amputação. o mar de angústia. marcha penosa em direção à desilusão.

acabou-se. amarro um pedra no pescoço e mergulho?

as coisas que me cercam agora me importunam. tudo me parece extremamente dispensável. por mais que tente usar da racionalidade e me acalmar, me sinto como um vulto embaçado, fracassado e incompreendido. estou sozinho.

como se pode cortar um coração?

não, a culpa não é sua. nem minha. não existem culpados, vilões, situações.

fechei os ouvidos. fechei meu coração. tornei-me insensível.


pode apostar, Lindomar

confuso, vagabundo, folgado. louco por futebol e rock and roll, aquele flamejante, conhece? incendiário, de libertação. louco por liter...