terça-feira, novembro 22, 2011


Perry Farrel adora o Rappa e diz que o vocalista do grupo é sexy. Comparou-os com um grupo de amigos de Los Angeles, o War. Quando li sobre isso, hoje na Folha, eu ri alto. 

Não é a toa que o Jane's Addiction é o que é.

sexta-feira, novembro 18, 2011

INFORME FUTEBOL MAIONESE


Fiquei assistindo com o meu coroa Universidade de Chile e Arsenal, pelas quartas da Copa Sul-americana..

Quem passasse faria a semi com o Vasco.

Deu Universidade, fácil. Havia vencido o jogo de ida fora de casa, por 2 a 1. O primeiro tempo veio e, enquanto meu velho pai jogava Free Cell, o Universidad já ganhava por um a zero.

O time do Arsenal era horrível na pontaria. Não tinha nem atiradores, pra ser bem sincero. E o castigo pelo futebol medíocre veio com a tomada de bola de Vargas, que na disputa com um zagueiro lerdo e imbecil deu uma matada de bola sem solar e saiu rasgando pela direita. Cara a cara com o goleiro teve a manha de rolar pro meio da área, e o companheiro só teve o trabalho de empurrar pro gol. Dois a zero.

O São Paulo, eliminado pelo Libertad do Paragua(ouvi essa partida pelo rádio com o amigo Léo Gonzáles, fiquei puto esse dia) devia dar mais importância às derrotas recentes. 

Caso a equipe passasse, poderia ter metido o l pra cima do Ldu, que se classificou em cima do Libertad. O jogo foi adrenal pra caralho. 6 a 5 nos pênaltis.

É, vai dar jogo louco nessa semi. E é bem provável que o Vasco jogue igual hamburguer de verdade no carro de lanche: compléto.


E na outra semi a LDU enfrenta outra carniça: o Vélez. 


Seria melhor se fosse o Velo. 

Vargas: especulado pelo Vasco?

terça-feira, novembro 15, 2011

O ADEUS DE FERNANDO FOLIA

Fernando Folia contava com mais de vinte anos quando foi covardemente baleado na entrada da Samuca.

O rapaz, que adorava um pagode, não resistiu e morreu em frente à escola de samba.

Dois dias depois a polícia prendeu o autor do disparo.

Lúcio da Fita, vinte e oito anos, já matou nove pessoas no ano de 2011.

Diz ter atirado em Fernando porque é contra a promiscuidade e o carnaval.

"Não gosto de nada divertido", disse, com sete halls preto dentro da boca.
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O advogado de defesa prefere pratos frescos e de preparo lento.

ROAD TO HELL


Não, eu não me chamo "Pilico Pipi".

Nem cantei Perfect Strangers na despedida de solteiro do Juracy.

Enfim, quando o assunto é Airon Meiden, curto mais o Paul Baiano que o Bruce. Mas o Bruce não é ruim.  

E a carreira do nhoxibai tem alguns destaques pra mim.

Quando lançou "Accident of Birth", em 1997, me lembro dos malucos daqui de Rio Claro que foram pirar com Dio, Scorpions e o titio lá no Skol Rock  (teve até show do Jason Bonham, que chorou numa entrevista com o Gastão ou o Fábio Massari, emocionado ao contar como era tocar Moby Dick e lembrar-se do velho Bonham). 

Ainda guardo na memória a entrevista do Bruce no Programa Livre. Gravei incrusive em vhs o Skol Rock, que passou na MTV.

Road to Hell é uma música ducaralho. 

Que me empolga sobretudo na hora do "papai perdoe meus pecados". 

Não estou ironizando. É um trecho matador, dum registro vocal com puta alcance olímpico - pra provar que Bruce não é só nome de cachorro, como meu tio diz.


segunda-feira, novembro 14, 2011

JUCA VALENTE

 Juca Valente no depoimento disse...

Que foi contratado por um homem conhecido como Júnior “Braw”. Os dois são da mesma quebrada.

Juca diz que recebeu a pistola de Júnior “Braw” mais 3 mil real pra matar os ex-polícia.

Disse que não conhecia Sartre nem Fiori Giglioti, e que também não conhecia Gauguin e nem os outros envolvidos.

E que não se liga muito em televisão e por isso não sabe quem é quem nessa história.

Ainda disse que na noite do crime chegou à praça pela contra-mão. Tirou o pau pra fora e começou a se masturbar furiosamente.

Pensava em Monique Evans.

Aí foi o caô:  Júnior “Braw” empinava outra moto, numa boa.

Após Juca guardar o bilau pra dentro, os dois estacionaram próximo às vítimas, momento em que Juca anunciou:

"Ae"

Apontou então para uma mancha de porra no mamilo do amigo e em seguida disparou. Uma das vítimas colou um capuz no rosto e desferiu outros tiros, rapidamente tomando uma das motos.

No entanto, sua fuga foi interrompida por um enorme cesto de lixo.

Não se sabe mais quem era vítima, todos revezavam o uso do capuz. Os ex-polícias foram executados pela Rota.

Júnior "Braw" está foragido.

Este o depoimento de Juca Valente.

UM FINAL DE SEMANA COM OS GARRAFA



Sábado e domingo foram sensacionais. Dois shows do Garrafa que fizeram a cabeça nossa e da negada. Primeiro em Pira, depois em Cordeiro.

No sábadão pegamos uma carona com o mestre Barquinhos, sempre parceiro nos rolês. O resto do pessoal desceu de busão.

Chegamos em Pira e vimos um Madhouse Bar cheio. Os vários ambientes do bar (andar inferior com sinuca e o escambau, área externa pra fumantes, etc e tal) traziam teenagers e figuras novas na cena. O pessoal novo era a bola da vez, mas havia espaço pro povo dasantiga também.


Tocamos nosso set de forma furiosa e descontraída. O espaço é foda, o palco pede pra que você se movimente e agite o tempo todo. O camarim também é esquema (não que a gente se importe com tais mordomias).

Destaque para nossa versão "metal acelero" de Eterno Desempregado, que do começo ao fim contou com a performance nervosa na platéia de ninguém menos que a Shakira do Metal (e sua cabeleira esvoaçante) quando esta era apenas uma adolescente porra louca e inconsequente. 

Outro destaque da náite: cada integrante da banda ganhou 10 reais de consumação. Coisa rara pra quem muitas vezes vê negado um pedido de água da torneira.

E assim foi. A galera agitou muito no som. Rodas punks, o pessoal cantando junto a maioria das músicas. Foi bonito. Ao final, um chefia pra lá de gente fina pediu o par de baquetas do Ralph, que gentilmente atendeu a solicitação.


Em Cordeiro fomos a última banda a tocar, numa tarde que também teve a presença do hardcore empolgante e sempre bem entrosado e executado do Estação Zero, as versões clássicas punk rock no piloto do Processo Criminal e também o Kolapso Nervoso, de Cosmópolis, a primeira banda da tarde.

Dispostos numa tenda na praça, todos os presentes tiveram uma tarde/noite bem descontraída, num dia de Festa do Peão em Cordeirópolis.

Sobrou espaço até pra antes do show comer um cachorro quente num carrinho roots.

Quase nove da noite e entramos pra encerrar a bagaça.

Abrimos com Show de Horrores, na sequência veio a destruidora Cistite Cerebral que rapidamente deu lugar ao Artista Visionááárioo e vamos que vamos, Cordeiro City Rockers - o punk rock não morreu.

Outra vez houve a decisiva interação com o público. Os velhos parceiros Saulão e Feijão várias vezes assumiram os vocais, nessa festa agradável que terminou na paz e com o cansaço do velho Hebert, que não sabia o que era dormir desde a noite de quinta-feira.


Ralph e eu também tínhamos que trampar na manhã do dia seguinte. Segundona braba.


Deixo aqui um  abraço ao Maurício, vocalista do Processo Criminal e organizador do evento, que na camaradagem fez o avião e trouxe todo mundo pra Rio Claro.

Agora é ensaiar e esperar o próximo som, no dia 10 de dezembro em Sorocaba.

É a terceira edição do Punk Gol, que trará vinte bandas de todo o Brasil.

Aoopa!







quinta-feira, novembro 10, 2011

Para Casagrande, ela encobre, ela te deixa congelado. Um dos efeitos dela é o congelamento emocional. Você não é feliz nem triste. Fica frio.

terça-feira, novembro 08, 2011

Quem não se lembra?

O sensacionalismo do "Quem será a próxima vítima?" é o enfoque padrão grobo sport-news. 


Mas engraçado mesmo eram as noites de domingo na Gazeta, onde o Serginho, bastante descontraído, eram filmado no aconchego de suas churrascadas com os camaradas , socializando fatos e loucuras no programa mesa redonda. Coisa fina.

MALHAÇÃO PIRULITO CORE

sabe? sabe quando o projac escolhe o núcleo de atores da nova novela das 8? se o tema exigir, vão escolher a Regina Duarte como protagonista. esse é um hediondo axioma. é mais ou menos assim que acontece com as músicas do Bouncing Souls. 


Os caras são nerdboys i love academia big celsus, com o detalhe de que o vocalista tem um alcance/timbre de voz até que razoável pra som desse naipe american-willow-felizão.



Você, meu amigo, você numa triste quinta-feira com cacos de ruffles espalhados por todo o tapete da sala de tevê, você, meu amigo, quero que você reflita. 


Levemente entorpecido, você lembrará de ter feito 52 anos semana passada. Você procura o cigarro ouvindo esses temas, e por um momento questionará se tudo isso não passa dum pastelão patético, aí você se lembra que tem 17 anos e está tá pouco se fudendo com a morte.

segunda-feira, novembro 07, 2011

PIRANDO COM PETER

Acho que o que mais me pega nesse rolê são os vocais. Claro que gosto também da guitarrinha com muito eco, dos bends alucinados...mas aprecio  como ele curte cantar a palavra "forever". É o máximo. 


Aliás, vários detalhes me fazem chapar quando escuto A Glória do Amor. E nunca enjoei, repare você também. Repeat, babe. Será sempre uma audição plazelosa.



O que seria das rádios chinfrins e dos humildes móteis sem a presença dessa fera, que com seu gogó de galinho heróico nos fez mais GENTE? 

Sem esse hino, sem essa fera, a música seria apenas uma palavra sem sentido, num mundo sem graça e sem amigos...

domingo, novembro 06, 2011

Sim, eu fui aquele maluco que cresceu ouvindo rock and roll, que cresceu ouvindo velhas fitas k7 do Queen, dos Beatles. Que ouviu através do pai Chuck Berry aos dez anos e achou ducaralho. Que ao escutar Ramones chapou para sempre. Que ao descobrir Sabbath e Motorhead pensou que as coisas tinham solução. Que fez amigos engraçados e gente fina e depois abraçou o faça-você-mesmo e acredita no punk rock antes que você possa imaginar avenidas de gelo, céus de cimento ou qualquer outra merda parecida.

quinta-feira, novembro 03, 2011

e então ele escreveu:

"Aquele que mais luta contra seu destino é o menos sensato e sempre o mais infeliz; o que ele consegue mudar em sua condição o alivia menos do que o atormenta a perturbação interior que ele cria com isso. Raramente obtém algum êxito, e nada ganha quando o obtém."

pode apostar, Lindomar

confuso, vagabundo, folgado. louco por futebol e rock and roll, aquele flamejante, conhece? incendiário, de libertação. louco por liter...