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Mostrando postagens de Outubro, 2012

GARRAFA VAZIA NO VAN GOGH!

Um copão de torneira water antes do recolhimento for dreams. Aeroporto da Alma, atenção: uma nébula confusion ou a nóia encarnada em expansiva saudade? Saudade que arrebata os pulmões dos pés do coração: aqui estou de copão em ondas internas na barriga, sem sono. E esperando os fogos de artifício furarem o sky, reconciliation em cambalhotas chapadas de alegria, o retorno, o regresso, o abraço urgente como se cada rajada de cortante saudade sorrisse empolgadaça, incisiva em ternura e no gatilho da euforia dos próximos momentos nhotijuns. Nébula confusion ou saudade expansão? O mundo é das pessoas duronas, disse a  apaixonada alma, logo ali perto da Mandona Avenue.

19 de outubro de 2012

A sintonia voltou. Bons tempos are back. A paz, excrusiva, experimenta seu triunfante regresso. It's time to alegria.
A alma azulada descansa, como se todas as futuras encrencas fossem ainda mais viciantes, perfeitas. E o teu pequeno sorriso encontrarei dentro da noite, a eternidade no céu de Rivers.

it's time to gentilation

O gravão é robusto, a saturação é préZa - nítida e violenta, objetiva. Como é fonte primária-harmônica dentro do lesado trio, a HB six trings pulsa toda sua concentração intensa às dez horas da matina, chefia. Por esse horário, o Bruno é Lóque e enche de viagem fuckin gain o planeta maionese, viagens alucinantes como contraponto perfeito ao já chapado Jeff Sono - e antes que a terra perceba, a encrenca já está feita, meu chapa.
Maldita tortura. A injustiça vestindo as asas do mais non sense dos desperdícios. A angústia não pisa no espaço dessa manhã de sexta-feira, ela ergue é seu imenso distúrbio, tão voluntário, tão inconsequente. 

Quase seis  horas da matina e a dor baterá em sua porta hoje, novamente, eu sei. Alguns idiotas reducionistas proliferam suas bostas em leigo palavrório: são as ondas cerebrais oscilantes. 


Sou a dor corroer cada nova fibra daquele estrangulado cadáver espalhado na alma em seus restos desconcertados. Sinto que estou sonhando com nada, somente a podridão na carne me acelera: estou espancando o ringue sem lutadores, ecos transpirantes da própria raiva ao redor. E da raiva vermelha, cerrados pulsos, e dessa raiva vão ladrar em cada corner outros tormentos suicidades. Rios de nóias do outro lado. Rios de nóia na minha outra metade. 


Eu quero derrubar qualquer muro de concreto que ouse torrar meu saco nos próximos instantes. Porque quero aquele céu: o meu céu. Atiro-me pra debaixo do in…
Meus amigos, estou no Sonia Lanches. A fome será recompensada graças a um simpático X-BACON. Recomendo essa obra de arte a todos vocês.
A pouco minutos, como diria o brother Fábio Rebite, estava eu pelo centro de Rivers, na "operação lobo solitório dos cartazes". Vários conhecidos eu trombei nas curvas do tosco passeio. Depois visitei minha crioula, que estava de saída pra facul.
E com a Cascorez descansando ao lado dos meus pés, aqui estou, ao som de Dizzy Dolls, disco ao vivão préza do New York Dolls, esperando meu hambúrguer zero bala. Tô felizão e a vida é um troço muito bacana.

BIKE SOUL BROTHER

Alucinado, psycho pedalava pela avenida oito - via de mão dupla, rush hour. Um barulho da porra ele fazia - porque enquanto guiava a magrela, com a mão direita empurrava um carrinho de supermercado. O carrinho rapidão destacava rodinhas desgovernadas, numa motivação little trêbada, talvez.  Bati os zóio  no piloto-malucão, negrão kamikaze pós Living Colour, you know - que simplesmente seguia sua jornada, absorto em seu universo paralelo e completamente delineado, selvagem symphony and fuck this people, fuck this people. O carrinho seguia destrambelhado pela avenida oito em horário de pico, velozmente costurando o asfalto - dentro dele, umas pipas coloridaças gigantes! - e BOOM! Porra, fodeu.
Bateu num carro zero quilômetro, é muito envolvimento. Semáforo, pessoas, reações, linguagem. A porta do motora então é aberta com extrema violência. De lá sai o descamisado peludão quarentão, o rei da bocha. Consigo está a  mulher, que também resolver sair do carango quatro portas.  Com eles, o mi…

DEGRINGOLAND, RIVERS E SOROCABA

Há três cidades: Degringoland, Rivers e Sorocaba.
A miséria coletiva é sodomizada compulsoriamente pela tecnologia. Operários de esgoto são púdols diante de usuários do facebrúique. Apagaram-se as lareiras dos pobres. As vestimentas são ridículas espetacularizações  do que um dia fora a vida. Mentes amputadas desfilam seu arsenal: frases são fezes, imagens são urina. Que aspecto esquisito não é mesmo, comedores de infelizes migalhas? O céu de vocês, uma perpétua indigestão. Eu cago pra vocês. Vocês tagarelam, sofredores, com a monotonia de um discurso que há tempos deixou de comprazer-se enquanto linguagem decente. Fedelhos dos botões, impressionados com o vasto vácuo, um veneno realmente fascinante. Incômodo? Esta gente aqui nem saberia responder quem foi Walt Whitman.

A VOLTA AO MUNDO EM RIVERS, ACREDITE

Festa of The Nations. Estamos aqui na Antiga Estação da rua 1: eu e o Canetinha, mestre Zanzibar e Bacon. Os dois últimos partiram em busca de rango. Então, eu e o Canetinha aqui estamos, guardando a mesa e ganhando o movimento.
Há muita coisa envolta no rolhê: agora, por exemplo, rolou um número excrusivo de dança do ventre - é de cagá essa porra. E claro, temos vários países aqui representados, em várias barracas. Há até uma barraca para o público adulto. Trata-se da barraca armada. Enquanto isso, os suíços mostram  serviço: em seus monitores dão a letra:ACABOU :(
É o fim do crepe, meus amigos.
"ENSAIO MUSICAL"
E a BANDA BLUCETA DE BOSTA tocou uma coisa muito parecida com música. Quanto pagaram pra esse pessoal? Sei que é uma grana preta - enquanto muito músico foda em Riverside toca a troco de pão de mortadela, caçulinha e cerveja choca. Porque a "secretaria de viagens" continua investindo nos saudosos oportunistas de plantão, a porcaria indicada - afinal, a araque…

SAICO DAISY

pinscher fora. e toda black, a fera. focinho pardo, little brown, acolhedora manhã cinzenta de quinta, let's go. passinhos, passinhos : ela parece um ratinho pra lá de speedy freak, toda incessante nos gestos e tiquezinhos, a locomoção em remadinhas da nóia, saltos ambulantes mais que apressados. é só um rolê sossegadão - e a madame no pit stop forever, pra urinar como dog toda hora. é tempo de erguer as canelas traseiras. e depois da poça minúscula, dá pequenos coices a frente da yellow pintura, duplas de kicks, calcanhares de fé. e aproveitou pra mais adiante meter bala num poquito de fresh fezes. sim, o bolinho enxuto reluz: não há segredo. e volta pra casa chorandinha, evitando papo com a Isabel. Saico Daisy é toda sentimental, mas os complexos serão tratados aqui em outra hora, evidentemente.

MUITO MAIS FIRMEZA QUE VER CRUZEIRO E INTER

Um jogo bacana, sincerão, true peleja, pra se assitir numa nice, meus amigos.  Eis o jogo: Portuguesa X Sport. Acompanhei tudinho lance a lance com o meu velho pai, na SKY. Jogo sem papagaida tática, jogo corrido, suado e empolgante aos corações da bola. O único ponto negativo foi a porra do juiz, da "FIFA", um baitolão, "me chame de Yellow Cazuza", pavão garça pensando que agarrou o papel principal da mocinha cbf na grama. 


Nosso cenário é o Canindé. Sob a lua rock and roll,  estende-se para aquelas conectadas almas pela paixão dos gramados um palco sereno, de índole humilde e terrivelmente saudosa. A tevê então vai numas de interação simpática, focalizando a alegre, reduzida torcida da lusa, pequena mas bastante fanática. Do outro lado, um bando de ex-jogadores e veteranos jogando pelo Sport, que tenta escapar da zona do rebaixamento: Hugo, Edcarlos, Cicinho. Não quero comentar lance a lance deste animado jogão que me ligou, jogão que terminou cinco a um para os d…

ANANIAS, BRUNO MINEIRO, MOISÉS E OS TRUTAS DA PORTUGUESA

E a Lusa aFIVElou o Sport, só por esporte.

TREVAS, PALAVRA DE MERDA. FODA-SE A FIFA.

Trevas. Insônia Festival. Ranger de dentes como headliner. Súbitas e precárias essas contrações extra death. Se a oficina está em frangalhos, o terror promove chá de baby, comandando todo o repuxo nóia peito adentro, peito afora. Hiperatividade mental intransigente essa. Nada de cessar o repertório de imagens. Não: Woolf não viu nada. E dentro das escadarias onde o teto despenca em rebeldes angustilhas o sossego tá em greve, e os 45% restantes de uma possível mente rumam caolhos naquela infinita pedalada, pisões infinitos across the nada, totalmente exacerbada essa farra imbecil do impulso arredio em seu processo ridículo de infelizes rodeios de merda - trevas- palavra idiota, mas quem sabe em humilde voga nessa altura do campeonato. 

A tevê ligada no vt do jogo do Arsenal, que merda. O tempo não sorri muito agradável não, mas rios de dejetos em questão de segundos podem gerar um fluxo agradável. Meus amigos, aquele fluxo da paz não é tão tonto assim: mas enquanto ele não chega, o fest…
Eu vou fazer um xixi bem maluco, ele disse. E voltou com destacados três pingos na cueca azul. A urina dispensada proporcionara-lhe conforto e satisfação para cocainar o próximo exército de ideias bacanas atuantes contra a civilização. Ideias bacanas frente a otária civilização, mas sempre haveria um senhorzinho simpático, uma boa velhinha gente fina e um vira lata firmeza pra provar que o mundo não é só dos idiotas. E então ele colocou a cueca na cabeça e sem babar começou a sonhar com uma chuva da mais pura limonada, numa terra fértil desprovida de maiores agressões aos estômagos. Ele está sem dinheiro e com limão escorrendo-lhe pela testa, mas se a caixa econômica federal agilizasse as coisas, ele renasceria comprando uns bons discos de rockão setentista, pentatônicas de responsa orientando passos e verbal groove escolado pelas calçadas da vida. Eu sou o xixi bem maluco, ele concluiu. Ele e o olhar gordamente abobalhadão  estrábico e mordendo a língua de prazer, o cabelo desfeito e…