quarta-feira, dezembro 31, 2014

E DE REPENTE RIO CLARO FICOU LEGAL

E de repente Rio Claro ficou legal. É sério.

O céu, mais límpido. As almas, mais leves.

Leitores enfim surgiram, ou saíram da lama da lorota. 

Panelas de pessoas fizeram próqui: explodiram no adeus. Múmias floresceram e migraram para os sagrados recreios da humildade.

As horas abriram mais alegrias. Assim como os beldos-passarinhos, que sem neurose viram a maravilha, voando arrotando bebendo Bavaria bem gelada.



O trânsito, as taxas, os trastes. Todos os problemas tomaram chá de sumiço. O sorriso saiu dos esgotos da mesquinhez, entrou no corpo do povo e todo mundo curtiu muito Rio Claro.


sábado, dezembro 27, 2014

GARRAFA VAZIA - HARD ROCK NO PESQUEIRO (LETRA)


HARD ROCK NO PESQUEIRO

É

VAI O SONHADOR

LAMBARI E FLANGER

É

PITÚ E CURTIÇÃO

E UM SOLADO ESCAPULIU

NA GUITARRA GOLDEN COM MICROAFINAÇÃO

REFRÃO:

ÔÊÔ ÔÔÔ HARD ROCK NO PESQUEIRO (2x)






Letra: Mário Mariones
Música: Garrafa Vazia

quinta-feira, dezembro 25, 2014

O ANO. ACABANDO.


O ano. Acabando. Como uma dança, você e o piano. O piano sofre de asma, por enquanto. A dança está encerrada. Observados com a lupa do adeus, os últimos acordes do dia 31 de dezembro, porque 2014 nunca mais existirá fisicamente.

Balanço do ano? A corrente que empurra o balanço para o céu está tomando Cerezer. Todos os amigos lúcidos do bairro cometeram suicídio com Balinha 7Belo.

O ano morreu, o orgulho venceu. Materialismo com a japona do upgrade todo mundo curte, né? E as crises de posse inveja estelionato virtual, tá todo mundo peido, ou peidou esta bela e patética sinfonia.

Ontem mesmo. O ano perguntou ao psicanalista se dezembro ainda pode ser considerado um pedaço de tempo. Eu não sei. Ele não soube responder. Quem, o doutor?

Enquanto isso, os familiares estão chegando na sua casa, pés aquecidos e meias limpas. Na minha casa não teve abraço inicial (leseira?) mas teve brinde, timtim, boas festas. Depois o abraço veio, vale a pena.

Importante mesmo nessa altura do campeonato, eu falo - o amor e a música grudados, é simples porque é importante.

Fatos. Política. Roubo de samba canção em Itirapina. Bravatas. Bravatas porque certas experiências são tolas e substituíveis, as rodas de conversas tem o seu troféu de endorfina verbal, não é mesmo?

Brasil. Chile. Haiti. Nações, Namíbia. E no banheiro, o Celsinho.

O Celsinho parece que tem a vida feita para isso: gestos fortuitos para limpar o nariz com melequinhas ressequidas, ressecadas.

Cuidado com a ressaca, Celsinho.




domingo, dezembro 14, 2014

Quando violão e voz tornam-se o início de tudo.

A mesma coisa. O mesmo fim.

Entre Gil e Cash, entre um lá maior Strummer disfarçado em Billy Bragg, o instrumento imortal: seis cordas no coração alma de quem canta.

quinta-feira, dezembro 04, 2014

punk 77


Eu escutava o espírito do Punk 77 todos os dias.

Por todos os cantos, a caminho do trabalho. 


Antes de atravessar a Praça Central, ao meio dia, trânsito morno, atravessando a rua desligadão do concreto, apenas dentro de um dia de semana comum.

E lá reverberava o som: ele era o trajeto.

Distraído, o som no estéreo da memória revolvia naquelas bandas inglesas, puro rock and roll, bandas crássicas munidas na simplicidade, honestidade e crueza - que terreno fértil.

O tempo disparando rumo ao silêncio final enquanto riffs pra lá de empolgantes e tão primitivos, a esfera visceral da arte, tão viciante, natural e transparente como o blues, entre bares e hospitais repousa a estrutura básica dos três acordes que impulsioram o mundo.

O cotidiano sem o Punk 77 pode ser uma verdadeira lástima.
Eu vivo o Punk 77. É claro que às vezes dou um tempo no processo da audição, vou pra outras e muitas outras paisagens. Embora, é inevitável - como se fosse infalível o regresso, para escutar a alma daquelas batidas comoventes, uma cozinha eficiente,, guitarrona cuspindo punch  - e ah, os refrões! Coros, refrões mágicos, estribilhos doentios, fundamentais.

Sem o Punk 77 o mundo seria babaca como a Revista Veja.

quinta-feira, novembro 13, 2014

SIM, EU SEI QUE EXISTEM EXCEÇÕES...

Seres humanos e as redes sociais de merda.

Estão muito preocupados.

Separam 100% do tempo pra interagir.

No Facebook, os membros cadastrados se importam com a imagem projetada. Mas ninguém se importa com eles. Foda-se.

E as letras e números? Informação zero. Tudo isso aí é um lixo.

Os tópicos são sempre os mesmos, as discussões envolvem sempre meia dúzia de fascistinhas, dois bolinhos blasé, um cara durão e uma mensagem sarada de auto-mutilação mental.  

Nesse sentido, era mais legal a época do Viva Noite.

sexta-feira, novembro 07, 2014

O horário de verão resolveu dar o ar da graça.

Seis horas da tarde e o comércio evaporou em plena Rua 3.

Mas resta o sol ouvindo Thin Lizzy. Também vigoram na paisagem o céu azul e o bom humor humano.

E com esta última dupla veio uma primavera invocada de bonitona, que espalha motivos pra ser feliz sem crise. As esquinas estão curtindo muito.

Todo mundo é fã do céu, o céu azul é gás e um pulão sem fim pro alto, todo mundo fica doidão dançando por dentro, que coisa mágica são essas árvores rompendo em cores quentes, flores psicodélicas sem forçação, chapadas cores da alegria no ritual do cotidiano omelete, e o pessoal toma sorvete, espera a chuva, pede breja, pede piadas aos bancos de praça, é sério.

O horário de verão está vivendo em Rio Claro, novamente.

segunda-feira, outubro 27, 2014


O sinal havia sido cortado. A velha e boa chuva, no comecinho da noite de domingo.

Eu esperava o resultado das eleições presidenciais. Então, enquanto a tevê recuperava-se do desmaio, puxei alguns discos de bandas parceiras e comecei a curti-los, sem crise.



Saudade de alguns álbuns, mas a alternância era constante. Ao final de alguns, outros novos rolaram de buenas.

Após alguns minutos, voltei a procurar por sinal. Sim, a tevê acordou e estava toda elétrica, realmente.

E então veio o resultado.

E que resultado!

A Tv Cultura luziu no domingão, que noite!


A vitória do projeto da democracia popular estralou pelas urnas do Brasil.

Estamos juntos.


terça-feira, outubro 07, 2014

CHICAGO

Dentro do nariz o ar está quentinho, trinta e nove graus. 

O tema? Eleições 2014.

Todos tem opiniões no Brasil. Apelos. Sede. Pum. Posicionamentos. Que piada.

Quem vai pilotar?


Quem vai cozinhar?



Quem vai se foder?


E certas lideranças brincam né?  Surgem como 'piques' em pega-pegas de uma infância sem futebol de botão. Juquinha agora está escorado, já pode encarar o mundo.

E o cenário?

É merthiolate.


As ruas em dia de eleição recebem confetes numerados. Enfeitadas, estão cheias de convites. São coloridos flyers, afirma Ranir.


E você? E você? E se você tivesse aqueles bonés sem aba e com hélice?



Boné bobóide.


Algum ventinho besta bate do nada e você é erguido para os céus.


Olha lá, é você mesmo. Você engoliu raios solares, cego e sem moral, mas aqui em baixo, no parquinho Celsinho, nós torcemos por você. Espere, ouço uma música vinda de um Uno Mille vermelho, invisível. Que melodia é essa?



Uma cenoura caiu do céu: You're The Inspiration.






quinta-feira, setembro 25, 2014

Uma quinta-feira assim meio engraçada, saiu sulfite amassada meio desenhada, era de manhã, tempo fresquinho, eu me lembro, pedaladas em cima das nuvens, estamos vivos disse a bicicleta - inclusive podemos escutar vários discos clássicos das décadas de 60 e 70.

Quando o céu azul desponta no nosso estado de humor a coisa é chique.

E a bicicleta não tem marchas sabe? E então você não é Fábio Júnior mas não tem não limites pra sonhar. E por cada valeta há dezenas de possibilidades de atritos mentais, colisões benignas, o caos sarjeta é pra você pode parir um plano omelete pra curtir em pedacinhos todas as emoções embrulhadas no pacotão das duas da tarde, picotar sem ou com tesoura infantil minutos preciosos. 

É simples: uma tarde é feita para você se lembrar da sua avó, uma tarde serena é uma pista crua e rock and roll pra alma, onde você vai respirar sem crise, observando o semblante da cidade, interiorzão de SP, lá onde no antigo centro os postes carcomidos pelo tempo chuva idade guardam os velhos cartazes de eventos, missas negras e o sovaco do pobre Manequim levou uma espetada, upa upa, canetada bic em plena vitrine.

quarta-feira, setembro 24, 2014

FONITO, O DOGUINHO MALUCO



Rompe a manhã na roça. E veja: o cachorrinho Fonito está sorrindo, há calma na proposta.


Nada de "bad trip secreta" enredada em fatos tontos, nem porra nenhuma inventada na língua de pequenos idiotas.


Só existe o doguinho feliz fazendo arf arf depois de um sprint formidável, e olha ele lá, de alma Ramones, abanando o rabinho.

Você conversa numa nice com ele, o Fanito é tranquilão. E serelepe a ferinha solta histórias indizíveis, contos que não cabem dentro de uma máquina, porque doguinho free é doguinho longe de frescura.

Já vejo o doguinho voando sereno entre brincadeiras estilão quermesse selvagem, mas sem farpas e duelos - a essência do doguinho é sagrada e nós vamos agora curtir o vento. Chegou: fim de tarde em ventania suprema, vive o vento em alta velocidade aqui na roça.


E ele tem nome: Bódegas. 


O vento Bódegas derrubou até uma mobilete em ação em plena Rua 3, que cena.

terça-feira, setembro 23, 2014

"QUE GOSTO DE ISOPOR, MEU"


São alegrias da vida. Folia e fome, unidas. 

Das mordidas de arrancar o beiço.

Uma tímida porção de Fabitos fez a fita.

Fez a festa.

Apenas isso e o resto é conversa.

Mas e pra beber?

Pra beber tem suco.

E o sucão é de goiaba, gelado, é o rock refresco, envelope da benção.

quarta-feira, setembro 17, 2014

NA COZINHA DO JORDI


Jordi e o guaraná em cima da mesa.


Quer um copo Jordi?

Quer.

Ele levantou o copo, glúpi, goela, depois ajudou o fundo do copo a ficar sentadinho na mesa.



Jordi diz que o guaraná é legal.


O copo ele jogou na parede, e arriou as calças e fez xixi no chão.

terça-feira, setembro 16, 2014

O GOLEIRO FELIPE

E o convidado do programa de hoje é o goleiro Felipe.

Goleirão.

Felipe pega muito. Pegou um montão de bolas durante a carreira.


Você se lembra daquela ocasião?


Que ocasião?

Aquela feita, em que numa decisão de pênaltis ele se recusa em olhar a cobrança dos colegas de equipe. Decidiu cerrar os olhos.


O Felipe defendeu grandes clubes, e uma vez disse após uma vitória sobre o Vasco, com MUITOS ERROS de arbitragem: "roubado é mais gostoso".


Esse é o Felipe, que nem precisa mais de perguntas, porque o Felipe é o nosso convidado do programa de hoje.

Boa tarde, fera.

JUCA É JORNALISTA

Juca é jornalista. Leva jeito. Juca tem um texto ágil e sua pontuação é astuta demais. Juca é gente que clica, que produz. Juca é show.


segunda-feira, setembro 15, 2014

TINO MARCOS

Hoje é segunda.

Hoje é segunda-feira e o Tino Marcos comprou alguns cotonetes. 

Levou pra casa duas caixinhas do produto, o Tino. O carro acelerou sozinho praticamente, que coisa, e o câmbio automático fez a alegria do proprietário.

O Tino Marcos chegou em casa. Que ar condicionado silencioso! O Tino pendurou a chave no porta-chaves da parede da cozinha. Em seguida, tratou de limpar as orelhas. Sentado na cama. Devagarinho. É verdade que começou pela esquerda. Cutucou a orelha canhota primeiro, é uma opção. E ele limpou. Na hora de girar o cotonete, o Tino procurou movimentos lentos. Porque os acidentes estão aí. Só que ele escapou ileso. E depois foi fazer cocô.


domingo, setembro 14, 2014

AVENIDA 13, ESQUINA COM A RUA 5


Aquele lugar, aquela atmosfera.

Avenida 13, esquina com a Rua 5. 

Uma banca de jornais é sempre um local de sonho. Você só balança a cabeça e sorri, satisfeito.

Alguém que trabalha com publicações é um sujeito iluminado.

E nós frequentávamos a banca. Jornadas de cura, balanço e alegria. 

Revistas parceiras, livros da Editora Escala em papel jornal, num preço camarada. Nós podíamos então adentrar em novas viagens, curtir pra valer o fato de que estávamos vivos. A alma o coração ali sem encrenca, despertos.

Sossegadão o sangue pulsando, as veias da cidade ventiladas, e no piloto aquele homem - que às vezes taciturno não recusava simpatia, comandando a banca sem crise, senhor de si, sempre de olhos azuis ao lado de sua bicicleta invencível.

Enquanto a banca permaneceu ali éramos muitos mais que chefias privilegiados. Éramos os Ramones das páginas, as calçadas tinham noção disso. Porque éramos leituras além da abstração, pés voadores estralados em eternos instantes.


sábado, setembro 13, 2014

CONSIDERAÇÕES


Onze bocas pra criar. Vários, vários litros de leite. Líquido capaz de preencher a Espanha por três décadas. Onze destinos malucos que poderiam gerar um timão de futebol. Como esse jogaço de agora pouco.


O Arsenal jogava em casa, perdia por um a zero. Tensão, torcida jogando junto, a cada lance a vibração. Até que o empate veio da maneira mais rollingstoniana garage 60 possível, drible e "cavadinha", 1X1 e depois tudo numa subida frenética, fôlego ogro e o golaço na sequência, virada do Arsenal, dentro da área Alexis Sánchez pega do alto de prima, perna direita - no ângulo esquerdo de Joe Hart, uma pintura, o estádio veio abaixo!



Só que aos "82" veio o empate do Manchester City. Futebol, límpido gramado e o teatro vivo, sangue escorrendo, gritos punk rockers ecoando pela cidade.


***



Feijão.



Às vezes o feijão pode fazer mal. No dia seguinte os sintomas incluem: tontura, tortura mental calafriante, ímpeto de acesso ao cagódromo mais próximo. É isso aí. Contingências de merda.



E depois tá tudo certo.



***





Uma boa companhia. Leituras em horários propícios, concentração sem muito esforço e o corpo relaxado. Água gelada e bolacha água-e-sal. A vida tem muque.

sexta-feira, setembro 12, 2014

AQUELA ÉPOCA, TÃO SAGRADA

Aquela época, tão sagrada. 

Pura ingenuidade ecoando no estéreo.

Glenn Medeiros embalava os lares, preparou corações e o nome do segredo atendia por "Nothing's Gonna Change My Love For You".

Era o romantismo sem amarras. Fantasia e um tema capaz de lhe conferir asas. Sonho ou realidade?

O certo é que você poderia voar pelo centro da cidade, entre pombas amigas e edifícios comerciais altíssimos, graças ao poder desta bela melodia, que refrão porrada!

Era o amor incondicional cravado na eternidade. Anos 80! Top demais. Que época...

Saudade é uma guitarra chorando sustain, amparada em camadas e camadas de teclados e teclados, esperança vhs e mullets temperando nossa alma, amém.

Kevin Arnold e o sol Karatê Kid.
Pequenas desconsiderações. Pequeninas bigurrilhas que se espalham pelo ar, bocas e dentes, farpinhas modulando bad conversas. Diálogos que geram confritos.

- Você quer pagar uma de gostoso falando mal dos outros, Varulinho?

- Não. De forma alguma.

Mas depois ele assumiu. Assumiu e assistiu a entrevista coletiva do Muricy Ramalho.

quarta-feira, setembro 10, 2014

PRAÇA CENTRAL IS OVER

Rio Claro, São Paulo. 

Eu andava pela Praça Central, era uma manhã meio merda. 

Bandeirolas eram agitadas por pobres terrícolas. Eram muitas bandeirolas. Eram mais bandeirolas que durante toda a Copa do Mundo. 

As pessoas se contentavam com migalhas para apoiar os candidatos conservadores-reacionários.

O clima era de nojo

- vá se fudê.


segunda-feira, setembro 08, 2014

sábado, setembro 06, 2014


isto aí é uma melancia em termos. fatias de melancias. histórias.

algumas são casas, cabaninhas. abrigos cuja temperatura ambiente traz conforto, refresco, líquido-sabonete, frescor de ar-condicionado exagerado.

os pontinhos pretos estão inclusos na melancia. o verde é o tênis, dois tons. o formato é meio cheio de lógica, feito por mãos orientadas, que sem graça.

você pode derrubar um copo de fanta laranja com muito gás em cima da melancia, ela vai acusar o baque. assimila muito isso.

apesar de ser ela mesma, ela não é uma fortaleza. minutos, ela não é o tempo. não cruzou com Jorginho nos vestiários do Flamengo nos anos 80. 

violência, velocidade, o arremesso no alvo: nos olhos do Claudinho, retina vermelha que se despede da paz.

ALCANÇOU O SUCESSO, FECHE SEUS OLHOS



este brinco é de prástico. 

rodela viva de breguice. 

dá suporte aos dentinhos, tártaro como bandeira, nariz kibinho padrão grobo servido na passagem de som do buffet.

e o cabelo é belo porque a vegetação ao fundo lhe dá suporte, aquece as raízes, mas atente para o farol artístico: veja o olhar, esta moça pensa em Beckett, ela pensa em reverter a velhice no peito cabeludo recém raspadão com o dinheiro do Fiat 147, o brinco está ali puro balanço, Dancin' Days, maquiagem na papinha e pontinha de pudim saindo do rabo, Regina Casé,benzadeus.

FRANGA

Angra é heavy metal universitário.

sexta-feira, setembro 05, 2014

Umas oito e cacetada da matina e o Ponto Frio fechadão.

Casas Bahia e Cybelar também no zero a zero, enquanto poucos feras faziam a Rua 3.

A sexta começou meio Peter Tosh, primórdios, batidinha de leve.

sexta-feira, agosto 29, 2014


Rio Claro. O velho centro da cidade. Você atravessa a Rua 3, contra os olhos a luz solar, que legal.

Almas encostadas na parede seguram a calçada, de pé, vivendo uma quarta-feira.Elas tem mãos e panfletos do Roberto Dentista, Tecidos Rick. 

E entre motos bêbadas e triciclos amarelos, duas pombas headbangers vão curtir Chiquinho Sorvetes.

sábado, agosto 23, 2014

sexta-feira, agosto 15, 2014

E eu perguntei pro Casão:

- Mas você tá a velocidade do raciocínio tá igual a do Peter Tosh pra fazer taboada?

quinta-feira, agosto 07, 2014

RIO CLARO: CENTRÃO ROCK AND ROLL


Rio Claro: centrão rock and roll, a manhã está acesa, as calçadas amarelinhas, de rosto quente contra o friozinho, calçadas como piscinas aquecidas, lentamente, aos poucos. 

E olha ele lá! De cócoras. 

Ele mesmo, um tiozinho com agasalhão tectel - na cor bege. De cócoras. Ele usa e abusa da tomada do Coreto Municipal, pra dar aquela reanimada na bateria do seu tablet cansadão.

Os cartórios estão fechados. Algum banheiro preciso dizer xauxau para um troço, é inevitável. Os cartórios estão dormindo. No entanto, em suas portas arriadas, pacientes almas tencionam dias melhores, com muito amor e esbórnia nos serelepes corredores da inconsequência.

E no banco da praça central um guerreiro está tirando aquele descanso, sentadão no banco. Ele tomba o seu Corotinho - que está zerinho, recém inaugurado, abre a boca Joceclir.

É cachaça tombada na maciota, num punch devagarzão, glorioso...

quinta-feira, julho 31, 2014


Adam Clítoriz se atirou no sofá! 

Xuompi! 

Show.

Aquele mergulhão em slow: o corpo esticadão, voar de lado é sensacional.

Sem perigo para o planea.  Partiu de meia, na sola do pé o relax. Resetou a moringa: zeropobrema sangue sessão da tarde.


Antes do mergulho a vida era sem graça: mergulhar no sofá é a solução.
Viveu para curtir o pulão no sofá.


Veja Adam Clítoriz despencar para o sossego. Xuompi! Almofadas, uma salada de almofadas. Meia soft chulé, mergulhe com Adam Clítoriz.


quarta-feira, julho 30, 2014

CHEIRO DE AMOR

Coisa feia, o malandro levou pra casa um celular chinfrim de trezentas pilas e deu vexame.

Insatisfeito com a precariedade do aparelhinho, voltou no dia seguinte na loja e meteu uma bolacha servida na vendedora, no nariz.

O centro da cidade parou. 

- Faz B.O Clércia!

Engolindo o choro de ranho, Clércia caiu fundo no procedimento. E muita coisa mudou, realmente.

terça-feira, julho 29, 2014

Brasileirão 2014 tá chique.

Nível técnico altíssimo: o jogo é pelo alto, ping pong pula pirata, meio campo truncado, fair play e honestidade, não há cai-cai, os chutes são precisos, não há um chute que a bola vá pra lua.

Vivemos uma várzea piorada, onde desfilam atletas vazios mentalmente, esquema táticos gagás, e quando falo dos atletas chucros estes não o são por falta de oportunidades, e sim por luxo e um certo mulecote parasistismo da aba torta associados.

É, o jogo é lá no alto, Chutão Rifaldo e sua bicuda na fazenda, buracos e brioches podres no café da manhã deste outro esporte parecido com o futebol do passado. 

Um exemplo de partida memorável?

Flamengo e Botafogo no úrtimo domingão. Terrível. O ex-treinador em atividade Vandeco Luxemburgo depois me aparece com a família, todo de vermelho, saboreando a goleada implantada, um a zero:  tortura visual que dá direito a um vale pena de morte.

segunda-feira, julho 28, 2014

ENTREVISTA DO GARRAFA VAZIA PARA O RARO ZINE

sábado, julho 26, 2014

ONOFRE MUST DIE


Bole-que-bole no Bar do Afonso.

- Parmera ou Curintcha domingão?

Ninguém botou pilha.

O Neninho Darkness apertou o repeat:

- É Parmera ô Curintcha, fídasputa?

Ninguém deu trela.

O Neninho Darkness deu linha.

Era a deixa esperada pela turma. O Neninho era flamenguista. Já tava beldão. Aluguel nessa altura do campeonato, nem pensar.

O Flavinho sugeriu:

- Eu acho que é empate. Zero a zero, jogo de merda.

O Onofre jogou um jab:


- Valendo um frango assado?


O Flavinho foi rápido:


- Tua mulher de frango assado?

Formou-se então um clima pesado.


Onofre apareceu quente. E foi um socão. O Flavinho naquelas banquetas altas tombou pra trás com tudo! Puta barulheira de taco de bilhar caindo, copo americano espatifado. Barulho e vidro trincando, o Onofre pisava nos cacos, cróque, e deu uma puta bicuda, o Flavinho como recém-nascido, o sangue como oferenda.

Só que do chão ele já puxou o cano, se ergue rapidão! E a bala destroçou a perna esquerda do Onofre, que caiu esculachado, corre-corre: a turma se ligou que era treta feia! No chão, o Onofre gemendo de dor, muito sangue, sangue também no beiço do Flavinho que ali de cima, separou o último tiro que explodiu o pote do irmão.

sexta-feira, julho 25, 2014

SHITFUN EM RIO CLARO !


Direto de Petrolina, Pernambuco!

Em breve maiores informações deste lindo bailão no interior de SP!


DUNGA E LUXEMBURGO?


Inovação. Poesia. Invenção. Futebol-arte. Golaço.

CASÃO E O CAREQUINHA

E o Carequinha achou graça duma piada reaça.

Aí chegou o Casão e não achou o menor motivo pra rir.

O Carequinha abaixou a bola. Foi pedindo licença, mas levou um bico no calcanhar, caiu de cara na Rua 9 e se entupiu de bicuda pro meio do pote, o público começou a se desesperar:

- Manda ele parar!

Que nada. O Casão metralhou no quichute. Era uma saraivada de pontapés querendo encrenca, se bem que quando terminasse a brincadeira o mundo voltaria ao normal.


- Ele tá matando ele!

O Casão se virou pra dama e disse:

- Eu sei.



Na verdade, bem que ele podia parar, mas assim como bom cachaceiro, estava longe de ser dar por satisfeito com pouca munição. Mas o pior ainda estava por vir.

- Me dá o vidrinho de pimenta!

O pessoal do Big Bar, entre angustiado e descrente, ficou travadão. Só que um figura passou o vidrinho.


Aí o Casão esparramou todo o condimento por sobre o Carequinha. Cumpriu a tarefa ao pé de letra. Em seguida, voltou ao velho hábito. Agora havia pisado no nariz, lenha pura.

- Ele matou ele!

E o Casão:

- Eu sei!

Aí os olhos do Casão se encheram de lágrimas, foram ficando pequenos. Pequenos e chorões de tanto riso: uma enorme gargalhada atravessou a Avenida 7 com a Rua 9. 


O Big Bar virou um bafo dos grandes. Chegou a hora do Casão ir embora.

- Ele vai sair sem pagar.

Aí o Casão se emputeceu.

- Ele pagou certinho - logo responderam, sem crise, bem atrás do White Horse.

No Big Bar era assim. O Casão sempre pagava pelo consumo. E o Big Bar sabia, ô se sabia. E como.

PARA O SEU DELEITE


E rolava um trampo infantil no Janeirinho.

O pequeno Jônata era explorado pacas. Aprendeu a ser robôzinho na despedida com os clientes, "volte se-sempre".


Mas quem era pior?


Talvez Janete, a incrível garçonete.


Que gaguejava ainda mais. Gaguejar é uma coisa, vocês precisavam ver ela gaguejando enquanto atendia e equipava o sanduíche fudendo com o recheio. Gagueja e babava maionese Arisco, inclusive. 

Numa feita, a galera foi servir o pessoal do Rotary. O pedido chegou de bicicleta dezoito marchas.

E a geral do Rotary amanheceu na mais pura diarréia.

CARO, APERTADO E INCONVENIENTE: JANEIRINHO LANCHES




A pegada do Janeirinho Lanches era esquemão Subway.


Lanche tipo submarino, trip em molhos variados, salada a dar com pau, rúcula no rolê - aquela coisa toda natureba pra apetite de lenhador nenhum botar defeito.



Só que não emplacou.  Faltou carisma e qualidade, basicamente. Uns acusaram de ser "muito caro, porra". "Puta lanche seco do caralho". Outros diziam que o atendimento era "precário por bosta".



- Os caras são mais inseguros que o Thiago Silva em cobrança de pênalti.



O certo é que aquela galera do comando era uma galera de Deus. E meio abelhuda.



Certa vez, um casal desprezou o Subway. Resolveu arriscar. "Vamos testar o janeirinho". Chegaram, acharam o ambiente muito claro, missa das sete. Tá legal, vamos nessa, quanto custa o lanche? Pegaram o cardápio, deram aquela scaneada geral. Efetuaram os pedidos. Então, a Cássia jogava um papo legal com o Dagoberto, enquanto a bóia não saía. 



De trás do caixa, o gerente Lico sacou a movimentação. Ouviu falar em Facebook, Instagram. Quis ser gentil:



- Tem wifi aqui colega...


Os dois cancelaram o pedido. Acharam aquele troço invasivo demais. A Cássia saiu soltando pluminhas. O lugar era pequeno, abraçou o petardo, cheirinho de queijo de cu contagiante.Enquanto isso, duzentas pessoas esperavam por um pedaço de pão na calçada.

quinta-feira, julho 24, 2014

CAGOU E FOI EMBORA



O Xandão quis vender leite em pó pra tirar uma grana.


Era leite de primeira, falsificado.

A polícia grilou e o Xandão acordou vendendo mijo geladinho na face, terrível.



Quis sair no soco com o guarda, perdeu dentes, dignidade. Foi envelhecendo feito maria mole cansada no xilindró, de alma enguiçada.


Só que aí o Duda Plumati descolou um habeas corpus com gostinho de Danone moranga. Estava tudo certo. O Xandão agora podia queimar duzentos finos que ninguém ia roubar sua brisa.

E ele foi lá pro Big Bar.


- Me vê um Coração de Frango no pão francês.

Nessa hora ele se ajeitou junto ao balcão, sentado no bancão alto de madeira. "Pô, cadê o Normal Tranquilo? Gosto desse cara. Ele manda uns hadoukens."

Quinze minutos passados e nada do lanche.


Quinze minutos e dez segundos: o lanche chega na bandeja, armado de vigorosos sachês, é munição maionese e o catchup ilustrado ao lado da mostarda Jersey's.


Umas mordidas bem sacadas. Era devoração atrás de devoração. Muita, muita fome. Dez mil foliões dentro do ESTÂMAGU brincando de farra com comida. É combustível.



E pra beber?


Não tinha Pepsi. Bebeu água da torneira com hepatite.



Pagou com moedas.


Chegou na casa do amigo, morava de favor. Cagou e deixou o papel higiênico tingido de batom marrom. Na sequência, sem descarga, Xandão se esticou no seu mocózinho, pra puxar aquele ronco firmeza. Puxou o cobertor como um craque, geração Gérson, Copa de 70, o México viu.



- Acabei de bolar mais um. Simbora Xandão?


Levantando tranquilão, Xandão apareceu ali na manha, na sala, pra fumar mais um com o guerreiro Charles. 

O Charles de bermuda e meia mais chinelo Rider. Sem camisa e sem receio. Assistindo aquele jogão da série B do Brasileirão.


Palitos de fósforo em cena. Cheirão pra deixar a vizinha crente com medo. Barulhos de peidos camuflados entre tragos, na cozinha a geladeira azul-bebê roncando, na sala berlôs dentro do fino trampando legal.


- A campainha tocou?

- Não, não tocou não Xandão. Que nóia.


- Tocou dentro da minha cabeça então.

Não teve riso. Não teve porra nenhuma. Só um coturno arrebentando a porta, polícia madeira estraçalhada, sopapo, beque entrando dentro da cueca, aiii, queimou caraio, B.O, algema, bad trip, sopapo, os dois sem enxergar nada, viatura cantando pneu, não tinha ambiente.

E o Charles ainda tentou algo, no banco de trás:

- O senhor tem a mãe na zona?

PLÚM !

O Bruce entrou dando pinta de que estava cansado.


- Me vê uma dose de groselha.



Foi num golé só. PLÚM! Ergueu o copo americano e pimba: só faltou uma chuva de aplausos no Chupeta's Bar.



Aí chegou um grã-fino cinquentão. Ele ficou abraçando o Bruce. Amassando o Bruce.  Mas o Bruce nem vacilou, meteu logo uma bifa de direita na napa do coroa almofadinha.



- Aiiii



O nariz da vítima virou um sanguinário chafariz. Uma xícrinha de amendoim japonês fora atingida no balcão. Uma dose de cuba libre também acusou o recebimento do material. Para o ébrio Mondibas, começou a escorrer sangue do teto, e o lustre ficou ó positivo.



Enfezado com a torrente de sangue, o Bruce deu linha.



O grã-fino riu pra caralho. Riu, riu, riu. Ficou com o nariz de babata todo retorcido, rindo em sangue quase lúdico, no chão. Riu tanto que seu pinto virou salsicha.


quarta-feira, julho 23, 2014

A VIBE DO PUTS PUTS NO POP ROCK PRESENÇA


- Essa guitarra aí é internacional?


Como se vê, mudaram os termos: de importada a coisa virou mais fera, é gringa, internacional. Sinal dos tempos, chefia.


E falando em sinal dos tempos, o Mané resolveu se reinventar.

Está disposto a se arriscar no criativo ramo do pop rock nacional, hoje o papo é música.

E o que realmente "pirou seu cabeção" foi o avanço da música eletrônica. 

Principalmente o Júnior. É, o ex-Sandy & Júnior. Quando ele apareceu pro Brasilzão inteiro ver no Big Brother, o Mané se encantou. Viu ali uma cara bem sucedido com a mulherada improvisando com ritmos eletrônicos. A casa aplaudiu de pé. E o Mané xonou de acordo, ficou de quatro com aquela performance. O filho do Xororó é uma mistura Campinas de Hermeto Pascoal com o mais obscuro Zappa. Incrível.

Agora o Mané vai tomar um litro de uísque com red bull e apertar o play entre um cover e outro do Charlie Brown, ou do Capital. Irado.


GENTE QUE É NOTÍCIA

Os cagoetas se reuniam lá no Amesquinhado Lounge. 

Pela suas bocas saía muita magia tutti-frutti. Os círculos eram estreitos. Uns não aceitavam os outros, alguns nazistas tiveram que se reinventar,  sua hipocrisia revisitada ganharia nova conduta. 

Outros apenas empinavam o narizinho por birra. Alegavam que os convivas não eram tão famosos ou populares.

Os drinks eram "só para os raros". Era muita fumacinha na taça. Charme. No entanto, uma azeitona certa vez reclamou da frescura e deu o fora, foi quicando até a rua, putaça.

Então começou a correr o boato que o Bofe Freitas iria vender o pico. Foi um TITITI danado, cotovelos em polvorosa. Os cagoetas perceberam a onda, e no mocó já abandonaram o local. Saíram no mais puro calote. O Amesquinhados desandou. A moda virou merda.

O tempo criou outros estrumes, viu Dunga reassumir a seleção brasileira, e hoje o Amesquinhados virou Igreja dos Valores Reacionários. 



O cofre da Igreja ganhou o carinhoso nome de Bom Pastor. Vive cheio de bufunfa e convites para almoço. Até o Luciano Huck foi lá fazer uma baita reportagem. Até o Lulu Santos de cabelinho retrô deu as caras, pra executar seus sucessos. Os dois vão montar um novo programa aos sábados pra revelar talentos. O Brasil merece.







MOÇOILA DE FINO TRATO

Robespierre, moçoiola de fino trato. Criado na Zoropa. Preconceituoso pra dedéu: pobre ele chama de nóia, boy ele chama de hipster.



Aposta no sobretudo como look. Quer apupo, quer ORGIA. O Robespierre é puro luxo revolucionário na passarela dos intocáveis. Quer coquetel de doce pra ficar louquíssimo e se esbaldar rindo dos outros. É ousado na balada e tem referências interessantes: já foi amante VIP de Tony Iglu, renomado suíço vanguardista da anti-música estetoscópia.



- E ae boy, dá um real!


Ai, minha quadrada. CADÊ MINHA QUADRADA?? Gente, se eu tivesse pego ela antes de sair de casa. Mas não. Vou satisfazer esse nóia, gratidão.


- Aceita cartão?


terça-feira, julho 22, 2014

GARRAFA VAZIA EM SÃO CARLOS!



Garrafa Vazia em São Carlos, no último sábado.


Festival Metalpunk "Pull The Plug", edição de número 13!

Tradicional festival que reuniu:

Hippies not Dead
Violent Illusion
Krokodil
Abdicated
Garrafa Vazia.


Foi do caralho! Valeu Hugo Brito, valeu pessoal que colou! É nóis!
Diogo Brioco usa camisa pólo listrada, estilo Mengão. Sobre o mamilo esquerdo exibe um cavalo gigante costurado, todo vermelho, muito chique.

quarta-feira, julho 16, 2014

FÁTIMA DO BEM

Ludão foi curtir um vídeo do Deicide no YouTube e aí a Fátima Bernardes apareceu segurando um prato de dobradinha.

Ela pensa pelo Brasil.

Vende comida pro povão. Ela é a Fátima.

É tipo um Pedro Bial: um cara do bem que ensina o Brasil a pensar - seja no Big Bróder ou no seu programa novo, que tem nome de música de Jota Quest.


O Brasil sem Cervantes, mas com Globo. O Brasil sem Kafka, mas com a Fátima.

Fátima.

EU SOU MAIS TINTAS COLOR HUMILDE NA CABEÇA




O guerreirão descansa no banco da Praça Central.



De bonézão TINTAS COLOR na cor preta, surradão, ele respira firme e bem simpático.


Espere, há um aglomeração poucos metros dali: um homem fala para uma pequena multidão toda deslumbrada. 


Ele vende algum milagre de quinta categoria, de praça em praça. Mas porra, usar um microfone colado na fuça igual o da Madonna não é legal.

O charlatão vende ilusão e o Felipão e o Parreira mediocridade.



Eu sou mais TINTAS COLOR humilde na cabeça.


O sol do meio dia guardado na memória, a Praça Central de Rio Claro derretendo em simplicidade.

ROCK NA ROÇA

O que me empolga numa cidade ananias são as pessoas. A trutagem é o céu da roça, que resiste ao peso dos dias. Caminhar, caminhar n...