quinta-feira, fevereiro 26, 2015

as madrugadas, tão santas. madrugas infernais. pelas perdidas paredes, o denso silêncio. tapes na tevê de pelejas - para entender os porquês - resultados - lampejos - doutrinas suor táticas improvisadas - o céu negro - ruas escuras, vizinhanças muda, enquanto cachorros vão roncando baixinho, as madrugadas tão santas.

UMA FUDIDA RELEITURA PARA RISÓLIS VOADOR!


quinta-feira, fevereiro 19, 2015

na rua 1. bar do china. rio claro.

o copo americano e a branquinha. plum! 

numa golão monstro o operário tomba a cachaça. desgosto, corpo magro. o pileque vem aí, mais uma vez. quase que de graça - de graça não. devagar vem é a desgraça: a mulher Tonha se enrabichou com o Joílson,desapareceu tem dois meses - ou dois milênios de dor e gastrite, mas ele também, porra, santo não é:  transou em plena praça com a Telminha, o Fucão de motelzinho, no improviso maroto aquele coito gostoso.

agora ele magro à beça, um copo. ele é um copo. um copo americano repetido, largado sentado, sobrenome sarjeta e contas esquecidas no balcão, "pindura", "fiado", e o Joílson morreu atropelado ontem, ou melhor o metrô em SP e o mergulho manifesto , Tonha também, desvalida de misericórdia.


desce mais uma, rio claro.

preferências e a morte da elegância

preferências. 

diferente de opiniões. opiniões, o mundo está farto delas.

palpites sobre o futebol, longe da profundidade.

peleja paupérrima quando futebol passa por Marin, Felipão, Murtosa.




peculiares ou não pulam os palpites poupança e pole dance depois durante o Jornal Nacional.

no entanto, voltemos às preferências.

divergências. oposições. é possível dividir posições distintas longe da porrada. é que o mundo matou a elegância. delito. a elegância, ela amanheceu morta passados milhares de ânus de merda ou emagreceu muito e desapareceu, Didi Mocó?



PROPAGANDA NO YOUTUBE?









Se choveu ou não choveu, eu não lembro. O meu relógio é retardado.

Fulano foi farrear. Foi brincar carnaval.

Fulano foi foder. Foi fazer um frango. Furto e folia, porque não?

E o Carnaval aconteceu na Cidade Azul.

O Frustrados de Burzum, brioco dos mininazis não pode sequer desfilar. Eles não combinam com samba. Não combinam com a vida. E foram espancados entre surdos e uma porção de reco-recos.

Dias comuns, os de carnaval.

Felizes.

E as horas como que enamoradas entre risos, ternos olhares, seis da tarde, café. Horas malucas entre diálogos e pequenas farpas do amor, é sério.

Paredes são primas. As paredes tem o seu valor. É entre paredes que eu posso considerar amigas que às vezes descanso e estrangulo ela, a ansiedade. Gosto de permanecer parado entre algumas paredes, mas só algumas. E às vezes procuro pernilongos.

Devastadora caçada pra afugentar esses imbecis que provocam coceiras e mais desgraça que um mês sem comida no Haiti. E as elétricas raquetadas (magistral invenção) resgatam a nossa dignidade. Os pés produzindo coceira, nem pensar! Pernilongos provocando picadas, o mau humor é uma porção de pesadelo constante, fomos premiados, culpa daqueles malditos pernilongos zunindo asas miseráveis procurando mortadela rondando nossas zoreias. É: silenciosos ou cantantes, merecem a morte.

E você Flavinho? Preparou sua fantasia de Odalisca e caiu com tudo na Avenida Soninha, né?

Carnaval na Cidade Azul. Tiroteio, treze dúzias da indesejada gravidez infantil e o Peter Elevador perdido em seus labirintos mentais, cumprimentado semáforos, desejando feliz páscoa ao prefeito.

A Malu comprou  dois camarotes.Ela não bebe Smirnoff, a Malu é mulher imodesta. A Malu ganhou os camarotes. Maravilha.

E nos bairros, serenata de dengue?

Não se afobe com fobias, Peter. Todos temos que trucidar fantasmas e tramóias, desta montanha russa que muitas memórias e periódicos classificam como química cerebral.

E a cobertura prosseguia. Era de chocolate, lá da Veneza.

Não me venha com essa baboseira de que "o ano só começa depois do carnaval".

O ano pode morrer engasgado com uma Bala Soft.

O Afeganistão fere o meu coração.


Desfile, competição. Tevê, transmissão nas emissoras locais, patrocínio da biqueira, resultados, espacamentos caseiros.

Marchinhas!

Lamartine Babo labareda goma de mascar no céu.

Mas houve também a galera do crisma fumando cigarrinhos metafísicos, sérios acampamentos buxixohaxixados, filas de alface em Valinhos, alagamentos em Santos, desperdício de água nos delírios do bidê da Verusca, e os tradicionais festivais de metal, punk rock, forró crust e camaradagem.

Em 2015 o prazer e o agrado ainda proporcionam matrículas.

Indivíduos deslumbrados e bandas cover foram vítimas do próprio receio em Amparo, é o que dizem os articulistas do acaso.

Acabou a tinta do blógue.

PS: Logo menos levarei a cabo a missão de narrar os feitos incríveis  do também incrível Silas, o blogueiro.

terça-feira, fevereiro 03, 2015

delivery

uma encomenda do Habib's. que coisa mais romântica. duas esfihas de carne e só. débito. delivery - derrapa a motinho do Dênis, que perigoso não viu a poça, acelerou caiu explodiu a motinho, quanto beirute no céu !



ROCK NA ROÇA

O que me empolga numa cidade ananias são as pessoas. A trutagem é o céu da roça, que resiste ao peso dos dias. Caminhar, caminhar n...